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GÊNESIS 45 – A graça permeia as páginas do primeiro livro da Bíblia. Sem ela, só haveria desgraça neste planeta corrompido e maculado pelo pecado.
Antes de considerar as lições deste capítulo, considere as preciosas palavras do apóstolo Pedro: “O fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sejam criteriosos e estejam alertas; dediquem-se à oração. Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados” (1 Pedro 4:7-8).
O sábio foi bem claro quando, inspirado pelo Espírito Santo, declarou: “Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia” (Provérbios 28:13).
Jesus foi enfático: “Se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não perdoará as ofensas de vocês” (Mateus 6:14-15).
José havia perdoado seus irmãos antes mesmo da chegada deles. O que ele não sabia, é se a forma deles agir havia mudado. Mas, neste capítulo, tudo foi esclarecido.
José não suportou mais ocultar sua identidade. O perdão, já depositado em seu coração, agora manifestou-se em lágrimas e revelação de quem ele era. Aquele que fora vendido como escravo, não busca seus direitos ou justiça, se oferece como irmão. A graça triunfa sobre a vingança. Assim, Gênesis 45 é uma das mais convincentes exposições do poder do evangelho no Antigo Testamento: O ofendido estende os braços ao ofensor; o injustiçado oferece reconciliação.
O perdão que brota de José é o mesmo que Cristo oferece aos que O traíram: Cheio de graça, verdade e bondade – Não há espaço para orgulho quando a graça reina soberanamente!
Após lidar com José, seus irmãos deveriam contar a verdade ao pai deles. Quão difícil deve ter sido o retorno glamoroso deles para casa após um vulcão por serem confrontados com vergonhosas lembranças secretas. Encarar a verdade pode não ser nada confortável, mas certamente será libertador. “Portanto, confessem os pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tiago 5:16).
O perdão é fruto da graça divina e faz grande diferença quando utilizado em meio às desgraças da existência! Perdoar é libertar o outro e curar a si mesmo! Aprendamos com José! Reavivemo-nos no evangelho! – Heber Toth Armí.
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