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III JOÃO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de março de 2025, 0:50
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1159 palavras

Público alvo. A carta de 3 João é uma das poucas do NT escritas para um só indivíduo. Ela dá evidências de que esse indivíduo, Gaio, era amigo leal de João e um dos “irmãos” que o apóstolo menciona. Ao que tudo indica, era rico o suficiente para estender hospitalidade aos irmãos, quando chegavam de visita. Gaio é um nome romano comum. Bíblia de Estudo Andrews.

Mensagem. Na época em que João 3 foi escrita, os outros apóstolos, assim como outros “irmãos”, viajavam e pregavam o nome de Jesus. Tais pessoas dependiam da hospitalidade de outros cristãos. Esta carta elogia Gaio por ser hospitaleiro com essas pessoas e o incentiva a continuar, mesmo diante da rivalidade egoísta de Diótrefes. […] A carta de 3 João aborda um desafio que todas as pessoas enfrentam, seja intimamente ou no relacionamento com os outros. Assim como Diótrefes, todos são tentados, em algum momento, a ir em busca do próprio poder e da honra pessoal, mesmo à custa de outras pessoas. Esta epístola defende uma opção melhor: compartilhar com os outros a luta por uma causa maior. Ela também dá aos leitores de hoje um vislumbre fascinante de como era a vida e quais eram os desafios da igreja apostólica. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Terceira João segue o padrão das cartas pessoais da época. Bíblia de Estudo Andrews.

2. Faço votos. A frase diz, literalmente, “em relação a todas as coisas, eu lhe desejo [ou ‘oro’ por sua] prosperidade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 767.

Prosperidade. Uma oração para que tudo fosse bem em todos os aspectos da vida de Gaio. Bíblia de Estudo Andrews.

O Senhor não está desatento a nossas necessidades temporais. Ele quer que sejamos bem-sucedidos tanto nos assuntos temporais quanto nos espirituais. Um bom cristão deve ser um bom homem de negócios ou um trabalhador capaz, uma vez que, além das habilidades naturais, ele também pode desfrutar da bênção de Deus sobre seus deveres diários. CBASD, vol. 7, p. 767.

Saúde. Deus está interessado em nossa condição física e deseja que desfrutemos do melhor da saúde. Devido à estreita ligação entre a mente e o corpo, quando a vida espiritual ou o caráter prospera, o corpo está mas apto a ser sadio (Êx 15:26; Pv 14:30; CBV, 241). Por outro lado, quando a saúde do corpo é negligenciada e os maus hábitos físicos se estabelecem, a vida religiosa também sofre (CBV, 280, 315, 319). CBASD, vol. 7, p. 767.

alma. Costuma se referir à vida da pessoa como um todo (1Jo 3:16), mas, às vezes, alude especificamente à vida interior e aos pensamentos (Jo 12:27). Bíblia de Estudo Andrews.

3-8 Gaio é incentivado a continuar a estender hospitalidade aos irmãos que pregam em nome de Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.

4. Meus filhos. Meus próprios filhos isso pode indicar que Gaio era um dos convertidos de João (cf. com. de 1Jo 2:1; 2Jo 4; cf. 1Ts 2:7-12; 1Tm 1:2). CBASD, vol. 7, p. 768.

Demonstra uma preocupação paternal pelos cristãos. Bíblia de Estudo Andrews.

5 irmãos, e […] estrangeiros. Gaio era hospitaleiro com esses obreiros cristãos, mesmo que fossem estrangeiros. Bíblia de Estudo Andrews.

7. Por causa do Nome. Evidências textuais confirmam … esta variante, isto é, o nome de Jesus (ver com. de At 3:16; 4:12; Rm 1:5). CBASD, vol. 7, p. 768.

Saíram. Partiram de sua igreja local, possivelmente Éfeso. Nos dias de João, o espírito de evangelização, levando os cristãos a divulgar as boas novas de um lugar, era louvável. CBASD, vol. 7, p. 768.

nada recebendo dos gentios. Os que trabalham para Jesus, necessitam do auxílio de outros cristãos (v. 8); eles não procuram suporte de descrentes (1Ts 2:9). Bíblia de Estudo Andrews.

8. Portanto, devemos. Porque os missionários não levavam nada dos pagãos e por não haver apoio regular de uma tesouraria naquela época, era necessário que homens como Gaio ajudassem os trabalhadores e, assim, aliviassem a necessidade de pedir donativos. Pelo uso de “nós”, João reconhece o dever dele mesmo nessa questão da hospitalidade.  CBASD, vol. 7, p. 768.

acolher esses irmãos. Fazê-los se sentir bem-vindos. Bíblia de Estudo Andrews.

9-11 Advertência contra Diótrefes, que era egocêntrico e não demonstrava hospitalidade. Bíblia de Estudo Andrews.

9. Gosta de exercer a primazia. Desejo de controle e honra pessoal. Isso prejudica a igreja (Mc 9:35). Bíblia de Estudo Andrews.

Diótrefes abrigava ambições profanas. Aspirava a ser o primeiro por causa da posição e não pelo bem que podia realizar. A posição não é definida, e não há provas de que se refira a um bispado. A igreja cristã já era instruída sobre a ambição indesejável. (Mt 20:20-28; Lc 22:24-27; Jo 13:1-17). CBASD, vol. 7, p. 769.

10. far-lhe-ei lembradas. Apontar o erro das ações de Diótrefes da maneira que Jesus aconselhou (Mt 18:15-17), não usando fofocas, como este estava habituado. Bíblia de Estudo Andrews.

Impede. Diótrefes tomou medidas efetivas para impedir os outros de oferecer a hospitalidade que ele se recusou a dar. … O ato hostil reflete o poder de Diótrefes na igreja local, mas a situação mostra que a igreja não estava totalmente do lado dele, pois alguns, pelo menos, estavam em harmonia com o apóstolo e queriam receber os obreiros viajantes. CBASD, vol. 7, p. 770.

Recebê-los. Ao negar hospitalidade aos obreiros viajantes, Diótrefes recusou reconhecer a autoridade de João, pois os irmãos itinerantes levavam a recomendação do apóstolo itinerante. CBASD, vol. 7, p. 769, 770.

Os expulsa da igreja. Ou, excomungando-os (cf. João 9:34). É claro que a controvérsia era grave: houve um grande confronto entre escola apostólica e os adeptos dos falsos mestres. Nesta igreja, em particular, o partido herético, pelo menos, estava temporariamente em ascensão e podia impor sua vontade sobre a congregação. CBASD, vol. 7, p. 770.

11 O poder e a influência de Diótrefes podiam parecer impressionantes, mas ele não deveria ser imitado. Bíblia de Estudo Andrews.

Não imites. Ou, “não sigas”. João faz uma pausa em sua discussão sobre o conflito dentro da igreja e afirma verdades gerais que, se observadas, permitiriam a Gaio sempre tomar decisões certas. CBASD, vol. 7, p. 770.

Senão o que é bom. Nessa linguagem incisiva é possível que o apóstolo tenha feito uma análise da situação enfrentada por Gaio e seus amigos: a ação de Diótrefes era “má” e não devia ser imitada. Por sua vez, A ação elogiada por João nos versos 5 a 8 era “boa” e devia ser posta em prática. CBASD, vol. 7, p. 770.

Pratica o bem. No restante do versículo há uma impressionante semelhança entre a linguagem utilizada na primeira epístola de João (cf. 1Jo 3:6-10). Aqui está a expressão positiva da verdade afirmada negativamente em 1João 3:9 (ver com. ali). CBASD, vol. 7, p. 770.

jamais viu a Deus. Fala da grande realidade de que a prática do mal não tem lugar na vida dos filhos de Deus. entretanto, em 1 João se reconhece que, no presente, os cristãos não se afastam por completo do pecado e só consegue alcançar esse ideal por intermédio de Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.

12 Demétrio. Talvez fosse o mensageiro que levou a carta a Gaio. Bíblia de Estudo Andrews.

Todos lhe dão testemunho, até a própria verdade. Ou, Demétrio vivia em harmonia com os padrões cristãos. João aqui personifica a verdade e torna a testemunhar a excelência do caráter de seu amigo. CBASD, vol. 7, p. 770.


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