Reavivados por Sua Palavra


I JOÃO 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de março de 2025, 0:40
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I JOÃO 3 – Este capítulo ressoa como trovão celestial, trazendo uma mensagem de identidade, santidade e separação do pecado. Com precisão de um mestre e paixão de um profeta, João expõe a realidade inegociável da filiação divina e da incompatibilidade entre a prática do pecado e a vida cristã genuína.

O cristão não é meramente alguém que professa uma fé, mas alguém cuja identidade foi radicalmente redefinida (I João 3:1-3). O amor de Deus não é uma abstração, é uma força regeneradora que nos separa do mundo e conforma-nos à pureza de Cristo.

Se somos filhos de Deus, devemos refletir-Lhe o caráter… Assim, a esperança na manifestação gloriosa de Cristo não é passiva, é ativa. Pois, o verdadeiro fiel não aguarda o advento de Jesus com negligência moral, mas com zelo santificador.

O pecado não é uma questão trivial. É obra do Diabo – uma afronta contra a santidade de Deus. Cristo não veio apenas para perdoar pecados, mas para destruir o domínio do pecado sobre os que nEle creem. Portanto, aquele que é nascido de Deus não pode viver pecando – o que não implica em impecabilidade absoluta – é uma declaração da nova natureza que rejeita e combate o pecado (I João 3:4-10).

João separa dois grupos:

• Os filhos de Deus e os filhos do diabo.
• A linha divisória não é religiosa, é moral e espiritual.
• Quem pratica a justiça e ama ao irmão manifesta a filiação divina.
• Quem vive no pecado e na indiferença revela sua natureza depravada.

Não há meio-termo. O cristianismo genuíno não tolera uma vida de complacência com o pecado.

Se a santidade distingue os filhos de Deus dos filhos do diabo, o amor é sua marca visível. João remonta à história de Caim, que assassinou Abel por inveja – o ódio ao irmão evidencia morte espiritual. Portanto, o amor não é opcional para o cristão; é prova de regeneração. Contudo, não é qualquer amor, é o amor sacrifical e tangível; do contrário, será hipócrita/falso (I João 3:11-18).

O amor prático fortalece nossa confiança em Deus, a qual não se baseia em emoções voláteis, mas na fidelidade divina (I João 3:19-24).

• Então, fica a pergunta: Minha identidade é verdadeiramente a de um filho de Deus ou apenas de um religioso nominal?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


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