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1053 palavras
1 Servo. Do gr. doulos (ver com. [CBASD] de Rm 1:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 651.
Apóstolo. Do gr. apostolos, “mensageiro”. CBASD, vol. 7, p. 651.
Conosco. Ou seja, assim como nós temos. Pedro equipara a fé dos leitores à sua. CBASD, vol. 7, p. 651.
conosco obtiveram fé igualmente preciosa. Como apóstolo e testemunha ocular da majestade de Jesus (1:16), a fé manifestada por Pedro era tão preciosa aos olhos de Deus quanto a dos leitores que não viram a Cristo (Jo 20:29). Bíblia de Estudo Andrews.
Obtiveram. O dom é devido à graça de Deus e não a qualquer valor inerente ao indivíduo. CBASD, vol. 7, p. 651.
justiça do nosso Deus. Aqui, Pedro explica que seus leitores compartilhavam a mesma fé que ele, em virtude da misericórdia divina, que traz salvação a todos. CBASD, vol. 7, p. 651.
Salvador. A construção grega sugere que “nosso Deus e Salvador Jesus Cristo” se refere a uma só pessoa: Jesus Cristo. A frase pode ser traduzida como “o nosso Deus, o Salvador Jesus Cristo”. Tão clara aceitação da divindade de Jesus não causa surpresa, pois o próprio Pedro reconheceu que o Senhor era “o Filho do Deus vivo” (Mt 16:16), e tinha ouvido e tinha ouvido Tomé chamá-Lo de “Senhor meu e Deus meu” (Jo 20:28; […]). CBASD, vol. 7, p. 651, 652.
2 Sejam multiplicadas. Os leitores já possuíam graça e paz. Então, o apóstolo deseja que eles obtenham mais ainda provisões desses dons celestiais (ver 2Pe 3:18). CBASD, vol. 7, p. 652.
No pleno conhecimento. Ou, “no conhecimento”. A palavra aqui usada para “conhecimento” (epignōsis) é mais enfática do que a forma substantiva simples (gnōsis), e sugere um conhecimento mais amplo e perfeito, resultado da contemplação do objeto estudado. Esse conhecimento influencia a vida de que o obtém. Quando se centra no Pai e no Filho, traz graça abundante e paz ao coração. CBASD, vol. 7, p. 652.
3 Visto como. Ou, “visto que”. As palavras que se seguem são uma expansão do pensamento de que a graça e a paz vêm do conhecimento pessoal de Deus e de Cristo (v. 2). CBASD, vol. 7, p. 652.
Todas as coisas. Um lembrete de que o Senhor não reteve nenhuma ajuda necessária à salvação. CBASD, vol. 7, p. 652.
nos têm sido doadas todas as coisas. Deus fez provisão plena para nossa vida espiritual. Ela é recebida por meio de Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.
Piedade. Do gr. eusebeia, “religião”, a conduta cristã (ver com. [CBASD] de 1Tm 2:2). Os dons são concedidos por Cristo a fim de que Seus seguidores atinjam os padrões estabelecidos para eles. A vida vitoriosa não pode ser vivida sem os dons, por isso, cabe a nós aceitá-los e usá-los. CBASD, vol. 7, p. 652.
Glória e virtude. A visão do Cristo “exaltado” estimula as pessoas a abandonar o pecado e buscar as gloriosas qualidades oferecidas pelo Salvador. CBASD, vol. 7, p. 652.
4 Mui grandes promessas. O apóstolo se refere a todas as garantias divinas que se cumprem na salvação do crente. No entanto, tendo em vista o uso posterior (2Pe 3:13), a palavra pode se referir especialmente à segunda vinda e à glória que a acompanha, caso em que todas as promessas divinas se cumprirão. CBASD, vol. 7, p. 653.
5-7 associai com a vossa fé […] amor. O crescimento espiritual começa com a fé, nossa primeira reação ao evangelho, e culmina com o amor, a maior das virtudes (1Co 13:13), o cumprimento da lei (Rm 13:10) e a evidência da perfeição cristã (Mt 5:44-48). Bíblia de Estudo Andrews.
10 confirmar a vossa vocação e eleição. O crescimento espiritual não é a base para nosso chamado e nossa eleição. Todavia, repudiamos a eleição quando nos negamos a crescer. Bíblia de Estudo Andrews.
14 estou prestes a deixar o meu tabernáculo. O tabernáculo é uma construção temporária, uma metáfora para a brevidade da vida (2Co 5:1-4). Bíblia de Estudo Andrews.
16-18 Pedro responde à primeira objeção dos falsos mestres: a alegação de que a segunda vinda é um mito. Bíblia de Estudo Andrews.
16 testemunhas oculares da sua majestade. Pedro argumenta que a transfiguração (Mc 9:1-8) foi uma prévia e um anúncio da segunda vinda de Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.
19 Tanto mais confirmada a palavra profética. Pedro sugere que a profecia é uma base ainda mais garantida para a crença na segunda vinda do que seu testemunho pessoal da glória de Jesus na transfiguração. Bíblia de Estudo Andrews.
Pedro e seus condiscípulos baseavam suas firmes convicções sobre a missão de Cristo na forma como Sua vida cumpriu as promessas do AT (cf. At 2:22-36; 3:18; 4:10, 11, 23-28). Esse conhecimento, somado ao conhecimento pessoal do Senhor durante Seu ministério terrestre (cf. 1Jo 1:1-3), dava a eles uma base inabalável para a fé. Eles passaram a vida compartilhando a fé com os outros, edificando, assim, a igreja apostólica. Hoje os representantes de Cristo têm a mesma missão. CBASD, vol. 7, p. 658.
até que o dia clareie. A profecia cumpre uma função até a chegada de seu cumprimento. Ela deve fazer Jesus – a “estrela da alva” e a “luz” da esperança – brilhar em nosso viver diário. Bíblia de Estudo Andrews.
O dia. A mente de Pedro parece ter passado, muito naturalmente, da transfiguração, que prefigurava o retorno glorioso do Senhor para o grande “dia” em si. Ele não estava apenas lembrando seus leitores do espetáculo que tinha contemplado no monte, mas dirigindo a mente deles para o evento glorioso prenunciado: a segunda vinda de Cristo em poder e glória. CBASD, vol. 7, p. 658.
Estrela da alva. Do gr. phōsforos, composto de phōs, “luz”, e do verbo phero, “portar”; portanto, “portador de luz” ou “aquele que traz luz”. Phōsforos, que ocorre somente aqui no NT, era utilizado para o planeta Vênus, em geral conhecido como a estrela da manhã (cf. com. [CBASD] de Is 14:12). Aqui, sem dúvida, o apóstolo se refere a Cristo (cf. com. [CBASD] de Ml 4:2; Lc 1:78, 79; Ap 2:28; 22:16). CBASD, vol. 7, p. 658.
20, 21 Pedro responde à segunda objeção: a profecia tem origem humana. Bíblia de Estudo Andrews.
20 particular elucidação. Refere-se à acusação de que os profetas interpretaram os próprios sonhos e visões pessoais, ou seja, de que a profecia teria origem humana. Bíblia de Estudo Andrews.
21 Homens [santos] falaram da parte de Deus. Evidências textuais […] apoiam a variante “homens falaram da parte de Deus”, isto é, aqueles que foram movidos pelo Espírito Santo transmitiram as mensagens que haviam recebido de Deus. CBASD, vol. 7, p. 658.
falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo. Pedro argumenta que a palavra profética resulta da obra e do poder do Espírito Santo. Bíblia de Estudo Andrews.
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