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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gl/3
A boa notícia é para todos! Não deve existir entre o povo de Deus distinções de raça, classe e gênero. Todos são iguais aos pés da Cruz. Todos precisam da graça de Deus, todos são depositários de Suas riquezas. Todos têm o dom de servir à causa de Cristo e representá-Lo, compartilhando com outros os tesouros que Deus colocou em seus corações e mãos.
Paulo enfatizou que Abraão foi considerado justo quando creu em Deus – anos antes de ser circuncidado, confiando que Deus faria o que disse que faria. Em Romanos 9, Paulo insistiu que a linha de sangue de Abraão não é o que torna uma pessoa um “filho de Abraão”: Ismael nasceu de uma mãe escrava, como resultado de Abraão seguir seu próprio caminho para tornar a promessa de Deus realidade. Em contraste, Isaque foi filho de um milagre – obviamente nascido da esposa de Abraão, uma mulher livre, mesmo estando em uma idade avançada. Essas duas mulheres, diz Paulo, representam duas formas: a escravidão da observância da lei como uma tentativa de se tornar justo diante de Deus (o que não é o propósito da lei), e a liberdade que advém de aceitar pela fé a promessa da graça de Deus, através do dom de Cristo, de tornar uma pessoa justa perante Ele.
Portanto, aqueles que pela fé pertencem a Cristo são os verdadeiros filhos de Abraão.
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gal/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Esse comentário me ajudou a entender Gálatas 4:22-31 de uma maneira que eu nunca havia compreendido antes, ao mostrar como a história de Ismael e Isaque ilustra a diferença entre a tentativa humana de alcançar a promessa de Deus (representada por Ismael) e a promessa cumprida por Deus de forma sobrenatural (representada por Isaque). Agora, ficou claro para mim que Paulo usa essa comparação para ensinar que a salvação vem pela fé e graça de Deus, simbolizada na aliança com Isaque, e não por esforços humanos (como os de Abraão e Sara) ou pela lei, simbolizada na aliança com Ismael.
Comentário por José Magalhães 15 de janeiro de 2025 @ 8:10