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350 palavras
1 E me despertou. Este incidente marca a transição de uma visão para outra.
2 Candelabro. O simbolismo é evidentemente um empréstimo do candelabro no santuário.
Vaso. Este continha o óleo, que alimentava as sete lâmpadas nos sete tubos.
6 Zorobabel. Neste versículo, Zorobabel representa a liderança e a administração civil, assim como Josué (Zc 3:1) representa a liderança religiosa da nação.
Pelo Meu Espírito. O óleo fornecido pela oliveira (v. 3) tipificava o Espírito Santo (ver PJ, 408). Somente a graça divina venceria todos os obstáculos que os reconstrutores enfrentariam em Jerusalém (ver p. 1181). Zorobabel e seus companheiros estavam deprimidos por sua débil habilidade e escassos recursos para realizar a obra de restauração contra a oposição de seus inimigos. A visão mostrou que os propósitos de Deus para Israel seriam alcançados não por “força” ou “poder” humanos, mas pelo Seu próprio Espírito e poder.
7 Grande monte. Símbolo das dificuldades aparentemente insuperáveis que Zorobabel teria de enfrentar para realizar seu propósito (ver com. de Is 2:2).
Pedra de remate. A Zorobabel é assegurado que ele concluiria a obra de restauração ao colocar a pedra de remate ou pedra angular (ver T7, 170).
10 Humildes começos. Isto é, o pequeno progresso feito até então.
Alegrar-se-á. Isto é, com a realização do parecia impossível.
Aqueles sete olhos. Neste versículo, eles se convertem num símbolo de onisciência e onipresença de Deus. “O Guarda de Israel” não dormita nem dorme (Sl 121:4). De Seu grande e elevado trono, Ele dirige os negócios desta terra e cumpre os propósitos desta terra e cumpre os propósitos de Sua vontade. Nada escapa à Sua observação (ver Sl 139:1-12; ver com. de Dn 4:17).
11 Que são … ? O significado das duas oliveiras (v. 3) ainda não tinha sido dado.
14 Dois ungidos. Os ungidos, portanto, representam os instrumentos celestiais por meio dos quais o Espírito Santo é concedido aos seres humanos que são completamente consagrados ao Seu serviço.
[Nota: Os comentários da Bíblia de Andrews interpretam as duas oliveiras como sendo Josué e Zorobabel; A comentarista do blog mundial, Karen D. Lifshay, interpreta as duas oliveiras como sendo o Antigo e o Novo Testamento.]
Referências: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1203, 1204.
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