Reavivados por Sua Palavra


Isaías 27 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
20 de dezembro de 2023, 0:50
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541 palavras

1 Leviatã. Na mitologia Cananéia “leviatã” era uma serpente de sete cabeças que lutava contra os deuses e as forças do bem, portanto, era considerado uma incorporação das forças do mal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 208.

A vinha deliciosa. Isaías entoou um triste cântico sobre Israel (Is 5:1-7), descrito como uma vinha infrutífera. Nesta passagem, o cântico é de alegria, pois a vinha finalmente enche de frutos o mundo todo (Is 27:6). CBASD, vol. 4, p. 208.

Não há indignação em Mim. Deus não está irado com Sua vinha. CBASD, vol. 4, p. 209.

Apoderem da Minha força. Ou, “minha proteção”. Na hora do conflito, quando o inimigo direciona  seus esforços contra o povo de Deus, a igreja é advertida a buscar a proteção divina. Se a igreja faz isso, os esforços do inimigo não terão êxito. O povo de Deus terá feito as pazes com Ele e O terão como amigo. Podem confiar nEle e, mesmo em meio às maiores provações, ficarão em paz. Estas palavras são particularmente apropriadas ao tempo de angústia, durante as sete últimas pragas, quando Satanás fará tudo o que puder contra os santos. CBASD, vol. 4, p. 209.

Fruto. Deus planejou que Israel proclamasse a salvação ao mundo todo […]. Quando a nação de Israel falhou, a tarefa foi dada ao Israel espiritual, os cristãos. A igreja, composta de gentios e judeus, é representada por ramos injetados para substituir os ramos naturais rejeitados da árvore de Israel (ver Rm 8:11, 12, 15-26). CBASD, vol. 4, p. 209.

7 Feriu o SENHOR a Israel […]? Feriu Deus o Seu próprio povo como feriu os que guerreavam contra ele? Isaías traça um contraste entre o modo como Deus lida com Seu povo e como lida com os inimigos. O povo de Deus pode sofrer prova e tribulação, mas não será destruído por completo. Deus “fere”Seu povo para o benefício dele (ver Hb 12:5-11; Ap 3:19), não para destrui-lo, mas para mudar seus defeitos de caráter. CBASD, vol. 4, p. 209.

Com forte sopro … o vento oriental. O vento oriental era quente, seco, sufocante, que vinha do deserto, um símbolo apropriado de morte e destruição (Gn 41:6; Jó 27:21; Sl 48:7; Os 13:15). No sentido figurado, esse vento representa juízos que Deus permite virem sobre Seu povo. […] A punição parecia decorrente de causas naturais, embora na realidade, fosse ordenada ou permitida por Deus. CBASD, vol. 4, p. 209.

9 A culpa de Jacó. Isto é, o resultado. O “fruto”da punição, arrependimento e perdão, será a remoção de todo vestígio de idolatria. O cativeiro babilônico curou toda a idolatria dos judeus (PR, 705). CBASD, vol. 4, p. 209.

Como pedras de cal. As pedras do altar serão esmagadas como se fossem cal, e os postes-ídolos (do heb. ‘asherim […]) serão destruídos. Deus permite que provações sobrevenham a Seu povo a fim de purificá-lo de suas iniquidades. CBASD, vol. 4, p. 210;

10 A cidade fortificada. Isto é, Jerusalém, como símbolo do povo de Deus. O que era uma cidade florescente se tornaria um deserto. Onde havia casas, seria pasto (ver Is 7:23-25). Esta profecia se cumpriu um século depois, em 586 a.C. (ver Dn 9:16, 17). CBASD, vol. 4, p. 210.

12 Debulhará. Esse é o grande dia do juízo, quando o trigo é reunido no celeiro celestial e a palha é queimada (Jl 3:13; Mt 3:12;  13:39, 40;Ap. 14:14-19). CBASD, vol. 4, p. 210.

Um a um. Deus reúne os justos um a um, não coletivamente, mas como indivíduos. CBASD, vol. 4, p. 210.

 

Selecionados e digitados por Jeferson Quimelli


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