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“Senhor, livra-me dos lábios mentirosos, da língua enganadora” (v.2).
Como uma das virtudes do fruto do Espírito (Gl.5:22), a paz exige de nós um comportamento inesperado. Surpreender o inimigo com um bem imerecido é ser um promotor da paz, um seguidor de Cristo. Devolver escárnio com brandura e violência com bondade é surreal e estranho à nossa natureza. Não é fácil, mas pelo poder do Espírito, é possível.
Como promover a paz quando “teimam pela guerra” (v.7)? A resposta está em um dos remédios naturais que o Senhor nos deixou: a confiança em Deus. O salmista sabia a quem buscar quando as más línguas o angustiavam. Ele confiava nAquele que o ouvia: “Na minha angústia, clamo ao Senhor, e Ele me ouve” (v.1).
Os conselhos dados pelo apóstolo dos gentios nos versos a seguir, nos concedem um vislumbre do que Deus espera que Seus filhos pratiquem: “Não torneis a ninguém mal por mal […] se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens […] vence o mal com o bem” (Rm.12:17, 18 e 21).
Vitória! Este é o resultado de ser um agente da paz, um pacificador. Não há sensação melhor do que a de quebrar a maldição com bênção e tornar-se participante do “gostinho” da vitória que não foi conquistada por nossos méritos. Cristo é o doador de toda a paz. Quando permitimos que Seu Espírito dirija a nossa vida, experimentamos a paz que só Ele pode dar: “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração e nem se atemorize” (Jo.14:27).
Não pode haver paz para aqueles que permitem ser dominados pela língua, pois ela “é mal incontido, carregado de veneno mortífero” (Tg.3:8). Pelo uso da língua como maldição, somos condenados por seu envenenamento fatal. Usando-a contra outros, estamos cometendo um suicídio espiritual e selando o nosso destino eterno com os maldizentes.
Em tempos decisivos, em contagem regressiva para a nossa eterna redenção, clamemos ao Senhor para que toque os nossos lábios com “uma brasa viva” de Seu altar (Is.6:6-7). Se desejamos ser chamados filhos de Deus, a paz deve ser manifestada em nossa vida: “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt.5:9). Que você e eu sejamos mensageiros da paz de Cristo. Que esta santa virtude aumente a nossa confiança em Deus. E que as nossas palavras e atitudes declarem diariamente: “Sou pela paz” (v.7).
Príncipe da Paz, clamamos a Ti para que purifiques os nossos lábios e o nosso coração com a brasa viva do Teu santo altar! Perdoa-nos por todas as vezes que falamos o que não aprovas! Tem misericórdia de nós e faz-nos tão íntimos Teus que nossas palavras só reflitam o que estiver em harmonia com a Tua Palavra. Em Teu nome oramos, Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, pacificadores!
Rosana Garcia Barros
#Salmos120 #RPSP
Comentário em áudio: https://www.youtube.com/watch?v=l8K9whs1UlM
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