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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/74
Talvez nada desperte mais a ira de um povo quanto a depreciação de seu deus e a profanação de seu lugar de culto. Cerca de 150 anos antes de Cristo, Antíoco Epifânio invadiu Jerusalém e provocou a ira dos judeus, sacrificando um porco no Lugar Santíssimo. Ainda hoje hindus, muçulmanos e cristãos brigam por templos, mesquitas e igrejas destruídas ou profanadas.
A oração do Salmo de hoje foi proferida por alguém que lamentava profundamente a profanação do Templo. Inimigos de Deus haviam invadido os lugares santos e destruíram os painéis esculpidos em busca do ouro dos entalhes. Símbolos e estandartes pagãos se levantaram no templo e o santuário foi queimado até ao chão (versos 4-8), profanando assim o lugar onde o nome de Deus habitava.
Mas o ‘inimigo’ nem sempre está fora da igreja. Cada um de nós tem visões um pouco diferentes sobre como tratar o santuário de Deus. Devemos remover nossos sapatos? Devemos cobrir nossas cabeças? Esta não é uma questão fácil de resolver, porque o que ajuda uma pessoa na adoração pode atrapalhar outra.
O local de culto é um solo sagrado e deve ser mantido o mais limpo e arrumado possível. Qualquer negligência em manter a igreja no melhor estado de conservação é irreverência. Nenhuma cultura pode desculpar isso. No entanto, o uso de sapatos e cobertura para a cabeça é cultural. Em algumas culturas, a remoção ou uso seria irreverente. O objetivo é criar um ambiente de adoração o mais reverente possível.
Gordon Christo
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/74
Tradução: Jobson Santos, Jefferson e Gisele Quimelli, Luís Uehara
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