Reavivados por Sua Palavra


Salmo 57 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de julho de 2023, 0:45
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“Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia, pois em Ti a minha alma se refugia; à sombra das Tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades” (v.1).

Diante da vista do suntuoso templo de Jerusalém, Jesus desviou o olhar de admiração de Seus discípulos para as cenas finais deste mundo. O capítulo 24 do evangelho segundo Mateus relata o sermão profético de Cristo. Ali, Ele descreveu o que aconteceria antes da destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C., e antes da Sua segunda vinda à Terra. Guerras e rumores de guerras, fomes, terremotos, epidemias, são alguns dos sinais que Ele nos revelou como sendo “o princípio das dores” (Mt.24:8). Como uma parturiente prestes a dar à luz, as contrações aumentam, e “toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora” (Rm.8:22).

“Clamarei ao Deus Altíssimo, ao Deus que por mim tudo executa” (v.2), declamou Davi em virtude da acirrada perseguição de Saul. Ele não sabia quando se veria livre daquele apuro, mas que enquanto aguardava livramento, estava em lugar mui seguro: “à sombra das Tuas asas me abrigo” (v.1). Os sinais descritos por Cristo aos Seus discípulos estão perante os nossos olhos e rapidamente se avolumam. Ao nosso redor vemos o medo e o desespero, e, por outro lado, o descaso e a indiferença para com a Palavra de Deus.

Na pandemia, vimos grifes famosas fabricando máscaras faciais e álcool em gel. Pessoas sendo tolhidas dos direitos mais básicos pela aplicação de multas e violência. Hospitais superlotados e barracões de emergência remontavam a um verdadeiro cenário de guerra. Famílias em quarentena. Ruas vazias. Viagens canceladas. Economia em frangalhos. Os maiores líderes da Terra impotentes diante de um vírus microscópico. Em poucos dias, o agitado e autossuficiente planeta se viu obrigado a fazer o que jamais cogitou fazer: parar. E rejeitando o descanso do sábado bíblico como uma impossibilidade, a parada obrigatória tornou-se uma forte aliada do enganador para estabelecer o seu sábado ilegítimo.

Qual tem sido a nossa reação diante de tudo isso? Eis a reação de Davi em meio à forte tormenta: “Firme está o meu coração, ó Deus, o meu coração está firme; cantarei e entoarei louvores” (v.7). Não é errado sentir medo se ele nos leva para mais perto de Deus. Como uma criança que busca a segurança dos pais em noite de tempestade, precisamos nos abrigar nos braços do nosso Pai do Céu, que “dos céus [nos] envia o Seu auxílio e [nos] livra” (v.3). E como um filho que dá ouvidos à instrução de seu pai, precisamos estar atentos ao alerta que inaugurou o sermão profético de Cristo: “Vede que ninguém vos engane” (Mt.24:4).

A Palavra de Deus é muito clara quanto ao verdadeiro dia de guarda. O sábado é o autêntico sinal de Deus entre Ele e Seu povo (Ez.20:12 e 20). É a digital do Criador no tempo. E seremos severamente provados quanto a isso. Mais do que nunca, é hora de reunirmos nossas famílias em torno das Escrituras e firmar nossos corações nas verdades do Céu; de rendermos graças ao Senhor “entre os povos” e cantar-Lhe “louvores entre as nações” (v.9), “até que passem as calamidades” (v.1).

Em meio aos leões e às flechas do Maligno, “ávidos de devorar os filhos dos homens” (v.4), o Espírito Santo está atuando nos corações dos fiéis de Deus, que “serão purificados, embranquecidos e provados” (Dn.12:10), habilitados para o Senhor como “um povo preparado” (Lc.1:17) “para o encontro do Senhor nos ares” (1Ts.4:17), “e de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante Mim, diz o Senhor” (Is.66:23). O Senhor do sábado está voltando! Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhinhos do Pai do Céu!

Rosana Garcia Barros

Salmos57 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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