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“Os céus por Sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de Sua boca, o exército deles” (v.6).
Ao longo da história, o criacionismo tem sido questionado e a existência do Criador negada. Com o surgimento do Darwinismo, a ciência humana assumiu a postura de senhora da razão incutindo, desde a infância, suas teorias e descobertas como sendo uma fonte segura e inquestionável. Assegurados em seus milhões e milhões de anos, “mudaram a verdade de Deus em mentira” (Rm.1:25), datando o nascimento da humanidade e o surgimento de todas as coisas como eventos ocasionais, frios e esquisitos. “Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm.1:20).
Após seis dias literais de ação criativa divina, um dia foi estabelecido, um memorial foi erguido, um sinal no tempo, que sempre lembraria a humanidade de sua origem edênica. Ali naquele jardim, plantado como um templo natural em louvor ao Criador, Adão e Eva desfrutaram do descanso, da bênção e da santificação do sábado inaugural. Tão intimamente estavam ligados a Deus que nada ali, por mais perfeito que fosse, poderia superar o dom da presença divina. Seu primeiro dia na Terra também foi o dia em que o Criador escolheu passar com eles todas as vinte e quatro horas. Não fosse o pecado, e até hoje estaríamos desfrutando deste privilégio de ver a Jesus face a face.
Ao libertar o Seu povo da escravidão no Egito, o Senhor cuidou em declarar-lhe a Sua Lei moral, a mais perfeita expressão de Seu imutável, santo e amoroso caráter. Dentre os mandamentos, no centro deles, encontra-se a lembrança de um primeiro amor há tanto esquecido: “Lembra-te do dia de sábado para o santificar” (Êx.20:8). O Criador estava convidando o Seu povo a desfrutar novamente das bênçãos oferecidas a nossos primeiros pais. O quarto mandamento é o único que declara o Senhor como Criador e que confirma a Sua jurisdição: “porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx.20:11).
Então, Jesus pisou neste mundo escuro e nos deixou exemplo de perfeita obediência, declarando a verdade que a maioria tenta abafar: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mt.5:18). Ensinando, pregando e curando, Cristo nos deixou em registro sagrado o ministério sabático. E até na morte, descansou neste dia, tornando-o também um memorial da redenção.
O sábado surge a cada semana como um presente do Criador, um sinal perpétuo de Sua aliança de amor com a humanidade. Em guardá-lo, encontramos descanso, bênção e santificação (Gn.2:3); o nosso coração é guardado da incredulidade e nos tornamos o alvo da contemplação divina (v.18). O sábado não é uma imposição, o sábado é o convite semanal do Criador: “Tema ao Senhor toda a Terra, temam-No todos os habitantes do mundo” (v.8), “e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Aceitemos, hoje, este convite de graça, e, dentro em breve, estaremos todos adorando ao Criador na eternidade, “de um sábado a outro” (Is.66:23). Vigiemos e oremos!
Bom dia, tementes ao Criador!
Rosana Garcia Barros
#Salmos33 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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