Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de julho de 2025, 0:50
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506 palavras

Fez também Bezalel. Este capítulo registra a execução das instruções registradas em Êxodo 25:10-39; 30:1-5, 23-25, 34 e 35 (ver os comentários dessas passagens). Bezalel encarregou outros a fazer a maior parte da obra e reservou para si a construção da arca, dos querubins e do propiciatório. Sem dúvida ele fez assim porque a arca era a mobília mais importante do santuário, como o lugar da presença divinaCBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 736.

a arca. É o lugar no qual Deus Se encontra com o homem, uma sombra do encontro mais completo efetuado pela encarnação e paixão de Jesus Cristo; junto com o Propiciatório [tampa da arca] era o único móvel no Santo dos Santos. Os demais móveis podiam ser vistos pelos sacerdotes no decurso normal dos seus deveres. Bíblia Shedd.

A arca (também chamada de arca do Testemunho ou arca da Aliança) foi construída para conter os Dez Mandamentos. Simbolizava a aliança de Deus com Seu povo. Os dois anjos chamados querubim [cherub = singular; cherubim = plural] foram colocados na sua parte superior. A arca era o objeto mais sagrado de Israel e foi colocado no lugar Santíssimo [ou Santo dos Santos] do tabernáculo. Somente uma vez por ano, o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos para aspergir sangue no topo da arca (também chamado propiciatório ou tampa da expiação) para expiar os pecados de toda a nação. Life Application Study Bible.

6 Cristo é o propiciatório de Deus, Rm 3.25, a habitação da plenitude da divindade, Cl 2.9. Só por intermédio dele o homem pode se aproximar da glória divina sem ser condenado (Jo 3.36); por isso é que só no propiciatório pode existir uma representação da glória de Deus, na forma de dois querubins esculpidos, que antes serviam para guardar o caminho da árvore da vida (Gn 3.24) mas que no Santo dos Santos guardam a santidade de Deus. Bíblia Shedd.

10 mesa. Era para expor os doze pães, que representavam o cuidado de Deus em providenciar alimento natural e espiritual para cada membro do Seu povo (o número doze … doze tribos). Bíblia Shedd.

17 candelabro. Lembra-nos de Cristo, a Luz do Mundo (Jo 1.4; 3.19; 8.12). Bíblia Shedd.

23 espevitadeiras. Tal como as lâmpadas precisavam de cuidado, especialmente na renovação dos pavios, os crentes e as igrejas que eles compõem precisam de uma atenção não menos cuidadosa para que a luz de Cristo continue brilhando neste mundo de trevas (Mt 5.14-16; Ap. 2.5) pelo enchimento do Espírito Santo (cf Rm 15.14; Cl 1.28; 1Ts 5.19). A rejeição da disciplina é seríssima (Jo 15.6). Bíblia Shedd.

29 incenso aromático (cf Êx 30.34 para a composição do incenso que era usado exclusivamente para a adoração). O incenso era oferta de grande valor nos tempos do AT e, também quase exclusivamente oferenda em reconhecimento à divindade (cf Ml 1.11 e Êx 30.37). Somente aos sacerdotes foi permitido oferecer incenso. As instruções sobre seu uso são relatadas em Lv 16.12-13. Na Bíblia, o incenso simboliza a oração (exemplos Sl 141.2; Ap 8.3-4). É de se notar que o incenso foi incluído nas ofertas trazidas a Jesus, o que significa um possível reconhecimento da divindade da Criança recém nascida (Mt 2.11). Bíblia Shedd.



Êxodo 37 – Rosana Barros by Ivan Barros
12 de julho de 2025, 0:45
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“De ouro puro a cobriu; por dentro e por fora a cobriu e fez uma bordadura de ouro ao redor” (v.2).

Todos os móveis e utensílios dos lugares Santo e Santíssimo do santuário eram de ouro puro ou cobertos de ouro puro. Tudo brilhava com o esplendor do mais belo e nobre metal. As argolas e os varais serviam para a locomoção dos móveis, que só poderiam ser carregados pelos sacerdotes e levitas. Imagino a emoção do povo ao poder contemplar aquele cortejo tão significativo, feito com extremo cuidado e reverência. Ninguém do povo comum poderia sequer tocar em qualquer daqueles objetos. Nunca houve na história da igreja cristã um lugar que ensinasse mais lições sobre reverência e santidade como o santuário terrestre.

Dentro dos limites do tabernáculo do deserto foram colocados, na mais perfeita ordem, os elementos que apontavam o caminho de Deus para uma vida de verdadeira comunhão. O conhecimento do sagrado, os preciosos momentos de assembleia solene, os rituais simbólicos, as ofertas oferecidas: tudo compunha o cenário da verdadeira adoração. Da prata nas bases das colunas, do bronze nos objetos do pátio, do ouro puro que reluzia do interior do santuário à glória manifestada acima do propiciatório, havia um ardente desejo do Senhor de transmitir a seguinte mensagem: “Eu quero habitar no meio de vocês”. Foi com este mesmo desejo que Jesus veio até nós: “E o Verbo Se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória, glória como do Unigênito do Pai” (Jo.1:14).

Cada detalhe da tenda da congregação era um convite à comunhão com Deus. Tudo apontava para o Senhor como o único Deus verdadeiro e digno de toda a adoração. Não era propósito de Deus que o santuário se tornasse lugar de uma religião incoerente, e sim lugar de testemunho do poder de Deus na vida de um povo que O servisse com integridade. Quando o Senhor ordenou que fizessem um lugar especial de adoração, em momento algum obrigou os filhos de Israel a ofertarem o que haviam trazido do Egito. Em todo o tempo, Moisés deixou bem claro que as ofertas deveriam ser voluntárias, de homens e mulheres que tivessem o coração disposto a doar. Eis o que sempre acompanha a conversão dos verdadeiros adoradores: um coração disposto, um espírito voluntário.

Há uma profecia de cunho escatológico no livro do profeta Zacarias, que diz: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9). Não foi sem razão que os principais objetos e móveis do santuário foram feitos de ouro. O ouro simboliza pureza e realeza. Como povo santo e representante de Deus na Terra, a mais sublime lição de todas estava em Israel aprender a viver as palavras do Senhor através de uma comunhão experimental. As experiências do dia a dia, os sacrifícios diários e a imagem de um lugar que em todo o tempo declarava que Deus estava com eles deveriam quebrantar seus corações e levá-los a uma real experiência com o Senhor: um relacionamento vivo, eficaz, transformador e contínuo.

O santuário terrestre e seus rituais não mais existem. Jesus, através de Sua vida, ministério e missão, revelou a Israel e ao mundo que nEle tudo se cumpriu e nEle podemos permanecer e viver, se tão somente aceitarmos o Seu diário convite de amor: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mt.11:28). Quão maravilhoso é apegar-nos a esta promessa! Jesus, porém, não prometeu que neste mundo não passaríamos por aflições. Pelo contrário, Ele nos advertiu que teremos de enfrentar momentos difíceis, mas que devemos nos alegrar com a certeza de Sua vitória (Jo.16:33). As provações, perseguições e aflições nunca serão motivo de derrota na vida dos que experimentam Deus todos os dias.

Comunhão, amados, não é leitura da Bíblia e oração superficiais. Comunhão é permitir que o Espírito Santo navegue com total liberdade no mar de nossa existência, nos reavivando e reformando “por dentro e por fora” (v.2), retirando de nossa vida tudo aquilo que nos afasta de Deus e preenchendo o lugar com as virtudes de Seu precioso fruto. Hoje, Cristo está no Santíssimo do santuário celeste, intercedendo ao Pai como nosso Sumo Sacerdote (Hb.8:1-2). Que o Espírito Santo esteja nos purificando e provando, e que façamos parte do precioso ouro que Jesus logo virá reivindicar como Seu.

Nosso Deus bendito, somente por Tua graça, através da obra do Espírito Santo, podemos ser purificados e preparados para Te encontrar. Ajuda-nos, Senhor! Retira de nós toda a escória do pecado, e nos concede um coração puro e verdadeiramente submisso à Tua vontade. Em nome do nosso maravilhoso Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, ouro provado do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo37 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 37 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de julho de 2025, 0:30
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ÊXODO 37 – Adoração não resulta naturalmente da informação teológica – é necessário conhecer a Deus. Os recursos visuais da didática divina para ensinar o evangelho e a adoração aos pecadores foram devidamente produzidos conforme o Deus que receberia a adoração.

Realizou-se o santuário segundo o modelo e orientações divinas. Cada detalhe foi realizado pautando-se pela ordem de Deus. Êxodo 37 fala da elaboração da arca da aliança, da mesa da preposição e seus utensílios, do candelabro de ouro, e do importantíssimo altar de incenso.

Como o livro de Êxodo foca na adoração, é necessário analisar a relevância do segundo mandamento (Êxodo 20:4-6) e as imagens de anjos sobre a arca da aliança, localizadas no lugar santíssimo – onde a glória da presença divina Se manifestaria.

Pergunto: tais esculturas angelicais não ferem ao segundo mandamento quanto à ordem de não fazer ou adorar ídolos, claramente indicada em Êxodo 20:23 e 34:17?

Contextualmente, na Bíblia, a arte na religião não era proibida, ao contrário, tinha seu destacado valor. O dom artístico era dado por Deus e altamente considerado (Êxodo 31:2-5). Haviam móveis no santuário que deveriam ser enfeitados com representações de flores e frutas (Êxodo 25:31-36). Ainda, o véu que ia sobre o tabernáculo e o véu de dentro da tenda sagrada continham figuras de querubins/anjos (Êxodo 26:1, 31). O próprio Deus pedira que construísse duas esculturas de querubins para colocar sobre a Arca da Aliança (Êxodo 25:17-19; 37:6-9).

A condenação divina deve-se primariamente ao mau uso que se faz das imagens e das esculturas. Equivocadamente, “alguns condenam figuras, alegando que são proibidas pelo segundo mandamento, e que todas as coisas desse gênero deveriam ser destruídas”. Na verdade “o segundo mandamento proíbe o culto às imagens”, esclarece Ellen G. White.

Sobre o propiciatório, (tampa da arca da aliança), “havia duas imagens em ouro batido representando querubins, guardiões do trono de Deus e defensores da retidão do Senhor. Eles olhavam para baixo, para o sangue aspergido sobre a arca e sobre o propiciatório. O sangue de Jesus satisfaz a justiça de Deus e cobre todas as nossas transgressões. Cristo é o nosso propiciatório, e Deus Se encontra com o pecador por Seu intermédio”, aplica William McDonald.

Portanto, pratiquemos a reverência e a humildade ilustradas nas imagens dos querubins. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 36 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
11 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 36 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 36 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



ÊXODO 36 by Luís Uehara
11 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/36

O nível de detalhamento das instruções encontradas no livro de Levítico é um lembrete de que Deus ama a ordem, organização, estrutura e precisão. Deus é também um amante da beleza e da arte! Aqueles que são dotados de talentos artísticos devem certamente encontrar encorajamento nesses capítulos. O v. 1 afirma que o próprio Deus concedeu talento artístico a Bezalel e Aoliabe. Usando seus dons na construção do tabernáculo, eles honraram ao Deus a quem eles serviam.

As pessoas doaram ao projeto com tanta alegria e generosidade que, por fim, foi solicitado que não doassem mais!

Hoje em dia não ouvimos falar de campanhas de doações para um projeto missionário específico que trouxesse tantos recursos em que o líder tivesse de dizer: “Basta! Não contribuam mais!”

A energia, a criatividade, a tenacidade e a paixão do antigo Israel para construir coletivamente um edifício para adoração, que honrasse a Deus, continua sendo um ideal para o povo de Deus hoje. Quer sirvamos ao Senhor como zelador ou arquiteto, adoremos também a Deus com nossos talentos, fazendo tudo com excelência, como para o Senhor.

Cindy Tutsch
Diretora Associada (aposentada)
Patrimônio Ellen G. White, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/36
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ÊXODO 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de julho de 2025, 0:50
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351 palavras

3 todas as ofertas. A liberalidade dos israelitas era de fato surpreendente. Eles deram tanto que o excedente de materiais atrapalhou o progresso da obra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 734.

2-7 Vários textos do NT descrevem um generoso espírito na igreja primitiva como resposta à preciosa mensagem do evangelho (Mt 10:8; At 2:44-45; 2Co 8:1-7). Andrews Study Bible.

homens sábios. São aqueles que fazem a obra de Deus, e esta é a verdadeira definição da sabedoria. Meditar na vontade divina e pô-la em prática, segundo a plenitude da Sua capacidade. Bíblia Shedd.

muito mais. Bem-aventurados são aqueles que, generosamente, dão para a obra de Deus, antes de proclamado não haver mais tempo (Jo 9.4-5)Bíblia Shedd.

8-19 A ordem de ação parece também se mover da parte de fora do tabernáculo para a parte de dentro.

A maneira progressiva em que o tabernáculo foi levantado, primeiramente suas estruturas, depois as cortinas externas e internas e por último as tábuas, travessas e véus, demonstra a obra da santificação na experiência do crente. CBASD, vol. 1, p. 735.

A repetição longa e precisa, na parte final deste livro, dos detalhes da construção do tabernáculo devia ter propósito definido. Mostra a importância do santuário e de todas as suas partes no plano da salvação. Também enfatiza a necessidade da obediência exata e estrita às ordens divinas. Se fosse concedido a alguém o privilégio de mudar em algum detalhe as instruções divinas, esse seria Moisés; porém tal prerrogativa não lhe foi concedida. A exata correspondência de cada detalhe nos ensina a lição de que as ordens de Deus devem ser estritamente observadas. Os cinco últimos capítulos do livro de Êxodo enfatizam a exatidão com que Moisés e seus liderados acataram as instruções dadas por Deus. Se a ordem era fazer “cinquenta laçadas” (Êx 26:6), “cinquenta laçadas” eram feitas (36:13). … O mesmo espírito foi refletido por nosso Senhor em Seu ministério (Jo 4:34; 17:4). Deus desaprova qualquer alteração de Seus mandamentos, qualquer desvio deles seja para a direita ou para a esquerda, qualquer redução ou acréscimo. Não se deve acrescentar ou diminuir nada do evangelho ou da palavra de Deus (Dt 4:1, 2; 12:32; Pv 30:5, 6). CBASD, vol. 1, p. 734, 735.



Êxodo 36 – Rosana Barros by Ivan Barros
11 de julho de 2025, 0:45
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“Porque o material que tinham era suficiente para toda a obra que se devia fazer e ainda sobejava” (v.7).

O povo foi motivado a levar “a Moisés ofertas voluntárias” (v.3). Cada manhã, havia uma fila de homens e mulheres, todos dispostos a contribuir para a obra do santuário, até o ponto em que “o povo foi proibido de trazer mais” (v.6). Já havia sido arrecadado mais do que o necessário. Então, os homens responsáveis pela fabricação do tabernáculo seguiram à risca as especificações dadas por Moisés e realizaram uma “obra de artista” (v.8), usando somente os materiais que Deus havia ordenado. Parece que, após a apostasia no Sinai, os filhos de Israel estavam dispostos a se redimir perante Deus através da sua fidelidade.

Falar sobre mordomia e fidelidade com relação aos nossos recursos financeiros tornou-se para muitos um tema ofensivo ou até mesmo apelativo. O discurso monetário da maioria das igrejas protestantes, apontando a prosperidade material como sinal do favor divino, acabou por transformar uma doutrina bíblica e sagrada em uma fonte desonesta de dinheiro fácil. Referindo-se aos últimos dias, o apóstolo Pedro nos advertiu que falsos mestres, “movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme” (2Pe.2:3). O Senhor, portanto, não deixará sem punição todos os que têm lidado com esse assunto de forma leviana, com o propósito de enriquecimento às custas da ignorância de muitos.

A mordomia cristã não se trata apenas da nossa responsabilidade perante Deus com relação aos nossos recursos materiais. Somos mordomos do Senhor não apenas no que diz respeito aos dízimos e às ofertas, mas também na administração dos nossos dons, talentos, tempo e do cuidado com o nosso próprio corpo. E essa fiel administração só se torna uma oferta agradável a Deus quando é voluntária e pessoal. Sim, o dízimo é bíblico e as ofertas também (Leia Ml.3:9-10; 2Co.9:7). Mas a devolução dos dízimos e das ofertas por interesse, como uma espécie de barganha com Deus, com a finalidade de enriquecimento ou favor, não corresponde ao propósito da fidelidade financeira que o Senhor espera de Seus filhos.

Somos, por natureza, egoístas, e isso, por si só, amados, é um excelente motivo pelo qual o Senhor pede que Lhe devolvamos parte dos nossos recursos. Ao pedir aos filhos de Israel que ofertassem “de coração disposto, voluntariamente” (Êx.35:5), fica bem claro que Deus nunca exigiu e nunca irá exigir nada de nós sem o nosso consentimento. Dizimar e ofertar é um ato de adoração. E Deus só é verdadeiramente adorado quando colocamos o nosso coração em tudo que Lhe devolvemos e oferecemos. Notem que a primeira obra feita para o tabernáculo foram as cortinas que o envolveriam, a sua cobertura e o seu pavimento. Da mesma forma, como santuários do Espírito Santo (1Co.6:19), necessitamos ser envolvidos e cobertos com as vestes brancas da justiça de Cristo, sobre o sólido e dourado pavimento de Sua Palavra.

Quando permitimos que o Espírito Santo seja o nosso Instrutor no estudo das Escrituras, Ele ilumina a nossa mente e, nos conduz ao conhecimento crescente do amor de Deus na pessoa de Jesus Cristo, e é esse conhecimento que nos impulsiona a adorá-Lo com tudo o que temos e somos. Quando olhamos para a cruz, para o sacrifício supremo do nosso Salvador; quando entendemos que ali estava a mais perfeita oferta; que no contraste daquele fatídico e salvífico dia a nossa salvação foi garantida, a fidelidade se torna a resposta de um coração que é impelido a adorar ao Senhor “em espírito e em verdade” (Jo.4:23). E mesmo que a nossa vida neste mundo se resuma a privações e dificuldades, como os antigos patriarcas, aspiramos “a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16).

Lembram da oferta da viúva pobre? Da sua pobreza ela ofereceu a riqueza de um coração cheio de sinceridade e gratidão e suas “duas pequenas moedas” foram reconhecidas por Jesus como “mais do que o fizeram todos os ofertantes” (Mc.12:41-44). O Senhor nos convida à verdadeira adoração, meus irmãos. Que sejamos prósperos em Cristo, “segundo a riqueza da Sua graça” (Ef.1:7).

Nosso Pai e Mantenedor, nós Te agradecemos por Tua abundante graça que nos envolve a cada manhã e nos convida a Te adorar em verdade na beleza da Tua santidade! Que nossos tesouros, nossos talentos, nosso tempo, nosso templo, que é o nosso corpo, estejam sempre diante do Teu altar, como oferta voluntária proveniente de um coração guiado pelo Espírito Santo. Porque reconhecemos que pertencemos a Ti, que tudo vem de Ti, e das Tuas mãos Te damos, Senhor. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, ricos da graça de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo36 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de julho de 2025, 0:30
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ÊXODO 36 – Tudo o que temos resulta da imensurável generosidade de Deus. Ele doa para Sua missão através de nós. Recursos que ofertamos, primeiro Deus nos entregou. Ele é dono de tudo e todos. Como nosso proprietário, Deus investe em Sua própria obra e o faz colocando Seus recursos em nossas mãos, para que os administremos conforme a Sua perfeita vontade.

Apreender essa importante verdade nos fará conscientes: Não gastaremos de qualquer jeito nem esbanjaremos o dinheiro de Deus; pois, além de desperdiçar o que não é nosso, estaremos cientes que prestaremos contas ao Seu verdadeiro dono.

Sendo honestos e fieis administradores do recurso que Deus nos confia, sempre haverá o necessário para Seus propósitos terrestres. Ou melhor, Deus nos concede mais do que o necessário – para que invistamos em Sua missão. Caso sejamos dadivosos como os generosos israelitas, em algum momento será necessário pedir-nos para não trazer mais ofertas. “Pois o que já haviam recebido era mais que suficiente para realizar toda a obra” (Êxodo 36:1-7).

Nestes dias finais da história do pecado, “Deus nos chama para ser colaboradores Dele. Essa é a mensagem que Ele nos envia de diversas maneiras. A mensagem deve ser apresentada para aqueles que não conhecem o Senhor. A Bíblia precisa ser lida para quem quiser ouvir. O Espírito Santo coopera com aquele que abre as Escrituras para os outros. O ministro que é um pastor verdadeiro anuncia a Palavra ao povo… A obra precisa ser realizada em nosso país e em outras terras. Esse trabalho requer o dinheiro que o Senhor nos confia… Não é a devolução dos dons confiados por Deus que deixa a pessoa pobre. Mas a recusa em fazê-lo leva à pobreza, pois o maior propósito para o qual os recursos divinos devem ser usados é a manutenção dos obreiros na grande seara a ser colhida” (Ellen White, Manuscrito 124, 1898).

A construção do Santuário só foi possível porque os israelitas não foram egoístas, nem avarentos materialistas (Êxodo 36:8-38); o mesmo sucederá na pregação escatológica quando o amor altruísta for o impulso do remanescente ao anunciar o puro evangelho num mundo repleto de discursos espúrios (Mateus 24:10-14).

Antes do advento de Cristo, Deus procurará adoradores que O adorem em espírito e em verdade! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 35 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 35 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 35 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 35 by Luís Uehara
10 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/35

Israel contribuiu para o tabernáculo de Deus manifestando um espírito de boa vontade. A ideia de doar com um espírito voluntário é repetida cinco vezes (versos 5, 21, 22, 26, 29).

Apesar da obediência à lei de Deus ter sido firmemente estabelecida, a adoração a Deus é baseada na liberdade de escolha. Um espírito voluntário é fruto de um coração agradecido e este é o verdadeiro espírito de adoração, estabelecido na construção do tabernáculo.

Os presentes trazidos pelo povo foram o fruto da condição de seu coração. A beleza das valiosas doações de ouro, bronze, pedras raras, deveria agradar aos olhos, apenas como um lembrete da beleza da relação entre Deus e Seu povo. O simbolismo visto dentro do tabernáculo deveria caracterizar a relação de Deus não só com Israel, mas com toda a raça humana.

Questões para reflexão: A beleza do santuário de Deus e das obras ali construídas contradiz o mandamento dado em Êxodo 20:4 de não se adorar imagens de esculturas? De que modo é diferente? Como pode o contexto apropriado dar novo entendimento ao significado das imagens?

Giselle Sarli Hasel
Escola de Artes Visuais e Design
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/35
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara