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É extremamente necessário um reavivamento nos púlpitos de nossas igrejas. O sermão de II Crônicas 6 é a pregação do homem mais sábio que já viveu na face desta terra. Seu sermão é composto de três pontos, muito bem elaborados, com sábias e profundas aplicações espirituais que atingem diretamente seus objetivos:
1. A localização do templo em Jerusalém foi orientação do Deus do templo – vs. 1-6
2. A escolha do construtor do templo não foi humana, mas divina – vs. 5-7
3. A finalidade da construção do templo era honrar a Deus e abrigar a Sua arca sagrada – v. 11
O SERMÃO – REAVIVAMENTO. Martyn Lloyd-Jones diz que sermão é lógica em fogo que vem de um homem em chamas. O sermão deve ter lógica, uma sequencia, uma finalidade, como teve o de Salomão. Quando João Wesley dava aulas de homilética dizia: “Ponham fogo no seu sermão ou ponham o seu sermão no fogo”. O grande pregador E. M. Bounds norte americano declarava: “Homens mortos tiram de si sermões mortos e sermões mortos matam”. E o grande reformador Martinho Lutero dizia que sermão sem unção endurece os corações. Convido você que prega a ser um instrumento poderoso, profundo, bíblico, ser cheio do Espírito Santo para pregar com ousadia, autoridade e poder a Sagrada Palavra de Deus às pessoas com a vida espiritual desnutrida. Deixemos os discursos vazios, pois um sermão bem pregado alimenta a alma faminta e fortalece até a mais frágil fé… Como precisamos de sermões assim!
A ORAÇÃO SERMÃO DE SALOMÃO – Além de um reavivamento nos púlpitos de nossas igrejas é também extremamente necessário um reavivamento em nossas orações públicas e particulares. Há em II Crônicas 6 uma maravilhosa oração, inteligente, bíblica e ousada a qual precisamos dar atenção a fim de que melhoremos nossas orações.
1. A posição revela a atitude correta na oração: Salomão ajoelhou-se na presença da congregação e ergueu às mãos aos Céus para Deus (vs. 12-13);
2. O louvor deve ser a abertura de uma oração bem feita: Salomão adora a Deus, o qual é o único e fiel Deus de Israel (vs. 14-15).
3. Os pedidos tem seu lugar na oração e devem ter objetivos altruístas: Ainda que Salomão ora por si, seu clamor era para que Deus ouvisse suas orações em prol do inocente que viesse a orar no templo; ele ora para que Deus atenda o povo quando houvesse derrota e fome proveniente do pecado, que Deus atendesse também aos estrangeiros que ali viessem orar, que o Senhor atendesse o clamor do povo quando houvesse necessidade de guerrear e até mesmo ouvisse Israel caso fosse ao cativeiro e de lá orasse voltado para o templo (vs. 16-39).
4. As súplicas pela presença graciosa e misericordiosa de Deus no templo é a conclusão de uma oração sábia: Por fim Salomão pede a Deus que habite no templo, que revista os sacerdotes com a salvação e faça com que o povo se satisfaça em Sua santa bondade e seja fiel ao rei (vs. 40-42).
A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO – Muitas vezes na igreja os momentos de oração são tão curtos que nem dá para sentir o prazer de um tempo na presença de Deus. A maioria dos cultos de oração quase nem tem oração; precisamos aprender a orar como os discípulos de Jesus precisaram aprender. A oração de Salomão em II Crônicas 6 é poderosa, rica em conteúdo; portanto, ela convida à uma reflexão. Destaco algumas verdades para nossa meditação de hoje:
1. A oração é a fraqueza humana unida à onipotência divina: Ainda que Salomão fosse o homem mais sábio, mais influente, mais científico e com grandes habilidades de engenharia civil, econômicas e administrativas ele reconheceu sua fraqueza diante da onipotência de Deus; e nós, somos melhores que o sábio rei Salomão para não se humilhar diante da grandeza de Deus?
2. A igreja de Deus nunca se torna tão forte como quando ela está de joelhos: Adquirir conhecimento teológico não é a mesma coisa e nem tem o mesmo valor que orar, se assim fosse o sábio Salomão não precisaria cair de joelhos na presença de Deus; mesmo assim tem muitas pessoas que vivem apenas atrás de conhecimento sem uma vida de oração. Isso fará falta diante das adversidades da vida!
3. Quando a igreja ora na terra, Deus intervêm miraculosamente desde o Céu: Desde o final de II Crônicas 5 e no capítulo 7 há grandes maravilhas divinas oriundas da atitude de adoração e oração do povo de Deus.
Vamos orar mais? Porque orar santifica a vida, restaura e tira a mornidão espiritual da igreja! – Heber Toth Armí.
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“Ouve, pois, a súplica do Teu servo e do Teu povo de Israel, quando orarem neste lugar; ouve do lugar da Tua habitação, dos céus; ouve e perdoa” (v.21).
Contemplando a magnitude do templo e a aceitação divina pela manifestação da glória do Senhor, Salomão dirigiu-se a Israel com palavras que declaram a fidelidade de um Deus que cumpre as Suas promessas. De forma reverente e humilde, o sábio rei se colocou na posição de servo, proferindo uma oração de teor altruísta, de um líder preocupado com o bem-estar de seu povo.
Salomão sabia, porém, que as promessas de Deus são condicionais à resposta humana: “Ó Senhor, Deus de Israel, não há Deus como Tu, nos céus e na terra, como Tu que guardas a aliança e a misericórdia a Teus servos que de todo o coração andam diante de Ti” (v.14). Há uma entrega a ser feita; uma experiência pessoal a ser vivida e compartilhada em forma de evidência de que é possível, pelo poder do Espírito Santo, andar com sinceridade na presença de Deus.
O Senhor aguarda com ardente expectativa que se repita a experiência de Enoque, de Noé, de Jó, dentre outros que viveram uma intensa e genuína intimidade com Ele. Homens e mulheres que O busquem “de todo o coração” (v.14) e que vivam para compartilhar as bênçãos da verdadeira piedade. O Deus “que falou pessoalmente a Davi” (v.4) é O mesmo que deseja falar conosco hoje. O templo era um símbolo de comunhão pessoal e coletiva, de que o Senhor Se importava com cada indivíduo, mas também com a unidade do todo.
À semelhança da oração e súplica de Salomão, nossas orações devem ser carregadas das intenções mais nobres e santas. Nossa vida deve ser uma casa ornada para a habitação do Eterno. Nosso coração deve ser lugar acessível ao Espírito Santo. O Senhor deseja nos ouvir, atender e perdoar, mas, antes, precisamos reconhecer a nossa necessidade dEle e nos submeter à Sua vontade.
Todos os dias estamos sujeitos ao pecado, “pois não há homem que não peque” (v.36). Esta condição, entretanto, não tem o poder de nos destruir se aceitarmos que o nosso Criador com Seu braço poderoso e mão estendida nos refaça a cada dia. Aquele que é “conhecedor do coração dos filhos dos homens” (v.30) aguarda com paciência a decisão da última geração e o despertar de um povo que com “toda oração e súplica” (v.29) declare ao mundo quem de fato é Deus.
É hora de volver os nossos olhos para a “eterna habitação” (v.2), para o Senhor que habita “em nuvem espessa” (v.1) e andar nesta Terra como aqueles que “manifestam estar procurando uma pátria”, que “aspiram a uma pátria superior, isto é celestial” (Hb.11:14 e 16). Acredite: após o “bom combate” (2Tm.4:7), há um lugar de repouso à nossa espera. Entrega o teu coração ao Senhor, permita que Ele te ensine o bom caminho em que deves andar e que o Seu amor te transforme, “de glória em glória, na Sua própria imagem” (2Co.3:18), e tuas orações serão ouvidas e atendidas “como prometera o Senhor” (v.10). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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1420 palavras
O cap. 6 relata a fervorosa oração feita por Salomão na dedicação do templo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 231.
1-2 Salomão expressa aqui a sua esperança quanto à permanência da presença de Deus no templo. Isso foi um forte desejo da comunidade de Israel, que procurava se estabelecer após ter retornado da Babilônia, no século VI a.C. (5.13-14, nota). Bíblia de Genebra.
1 nuvem espessa. O fato se menciona também em Êx 19.9; Lv 16.2; Êx 25.22; 40.34-35; Sl 18.11; 97:2. O homem pecaminoso vivendo na terra, não podia suportar uma visão esplendorosa da plenitude da glória de Deus, mas a nuvem servia como sinal aceitável aos olhos humanos dawuela gloriosa luz, chamada de Shequiná [shequinah] (nome em heb). Bíblia Shedd.
2 Para Tua eterna habitação. Não era plano de Deus que o templo fosse destruído (ver PR, 46) ou que a nação de Israel desaparecesse. Se Israel tivesse permanecido fiel ao Senhor, guardando Seus mandamentos e partilhando o conhecimento de Deus com as nações ao redor, o mundo todo teria sido alcançado com a luz, o que teria dado a todos os povos da Terra uma oportunidade de salvação. Nesse caso, o templo se tornaria o centro mundial de adoração a Deus, e Jerusalém seria a capital e metrópole do mundo (DTN, 577). CBASD, vol 3, p. 231.
7 Propusera em seu coração. Ver com de 1Rs 8:17. Haveria muito mais igrejas para a adoração a Deus no mundo se mais pessoas tivessem em seu coração um desejo semelhante ao de Davi, de construir … templos para o Senhor. CBASD, vol 3, p. 231.
8-9 tiveste no teu coração o edificar uma casa … contudo, tu não edificarás a casa. A obra do templo, geralmente, é feita assim: um semeia e o outro colhe (Jo 4.37, 38); uma geração começa e a outra traz à perfeição. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
11 aliança do SENHOR (NVI, NKJV). A expressão se refere às duas tábuas de pedra mantidas na arca sagrada. O número dois é representativo de Deus e Israel que entraram em um concerto. Andrews Study Bible.
13 Feito uma tribuna de bronze. Desta posição elevada, Salomão teria uma visão melhor da congregação, e o povo, por sua vez, teria oportunidade de ver e ouvir o rei. CBASD, vol 3, p. 231.
Nessa tribuna, que não é mencionada em 1 Rs 8, Salomão profere uma importantíssima oração, em que relembra as advertências que Deus fizera ao povo de Israel (Lv 25; Dt 28). Bíblia Shedd.
Ajoelhou-se. Esse ato foi um sinal tanto da grandeza quanto da humildade do rei, pelo qual este reconheceu publicamente sua humilde posição diante dAquele que é o grande Rei dos reis e Senhor dos senhores. CBASD, vol 3, p. 231.
16 Para andarem na lei. Salomão compreendia a importância da lealdade a Deus e da obediência à Sua santa lei. Conhecia a glória e a paz que adviriam se Israel permanecesse fiel a Deus, e sabia também dos tristes resultados que a transgressão traria. Assim, a oração do rei se tornou um sermão, apresentando ao povo um solene e comovente apelo para que sempre se lembrasse de Deus e andasse em Seus caminhos. CBASD, vol 3, p. 232.
Esta oração também serve como modelo para as orações públicas, no sentido de abranger todas as necessidades e aspirações das pessoas reunidas, em todas as situações. Bíblia Shedd.
minha lei (NVI, NKJV). A palavra hebraica aqui para “lei” (torah) significa “lei”, “ensinamento”, ou “instrução”. Andrews Study Bible.
18-39 Salomão volta-se aqui para o âmago de suas preocupações. Ele ora para que o templo seja o centro nacional de orações eficazes. Bíblia de Genebra.
18 Habitaria Deus com os homens na terra? A todo aquele que abre a porta, Deus estende a promessa: “Entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo” (Ap 3:20). Em toda parte da Terra pessoas tem crido que Deus habita, sim com os seres humanos. CBASD, vol 3, p. 232.
ouve, pois, as súplicas do teu servo. Aqui estão as petições: (1.) para que Deus se apropriasse desta casa (v. 20); (2.) para que Deus ouvisse e aceitasse as orações [que fossem] ffeitas naquele local ou em direção a ele. Ele orou para que Deus ouvisse do lugar da Sua habitação, lá do céu. O céu é sua morada ainda, e não o templo, e [de lá] deve vir o socorro. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
20 dia e noite. Uma expressão poética que significa “todo o tempo”. Andrews Study Bible.
O templo e seus utensílios representavam a graça vindoura do evangelho, sendo que Cristo foi o Fundamento e o Construtor do grande e perfeito Templo espiritual do evangelho, no qual os pecadores podem ter reconciliação com Deus e gozar do Seu amor. Bíblia Shedd.
22 e lhe for exigido que jure. Quanto aos tipos de procedimento legal que aqui estão em mente, ver Êx 22.10-11; Lv 6.1-7. Bíblia de Genebra.
26 não houver chuva. Secas e fome eram maldições da aliança [concerto]. Andrews Study Bible.
Por que Salomão assumiu que seca viria como um resultado do pecado? O pecado não é, necessariamente, a causa direta de desastres naturais hoje, mas este foi um caso especial. Deus havia feito um acordo especial com os israelitas de que seca poderia ser uma consequência de seus pecados (Dt 28:20-24). Life Application Study Bible.
30 Você já se sentiu longe de Deus, separado dEle por sentimentos de falha e problemas pessoais? Em sua oração, Deus destaca o fato de que Deus está sempre pronto a ouvir Seu povo, perdoar seus pecados e restaurar seu relacionamento conSigo. Deus aguarda e ouvirá nossas confissões de culpa e a renovação de nosso compromisso de obedecer a Ele. Ele nos ouve quando derramamos a Ele nossas necessidades e problemas e Ele está pronto a nos perdoar e nos restaurar a uma amizade com Ele. Não espere para experimentar Sua amorosa benignidade. Life Application Study Bible.
31 andarem nos Teus caminhos (ARA; NVI: “andarão segundo a Tua vontade”). Andar no caminho reto é uma metáfora bíblica frequente de viver uma vida de acordo com a vontade de Deus. Andrews Study Bible.
32 Ao estrangeiro. Salomão orou não apenas por Israel, mas pelos estrangeiros de longe. Não era a vontade de Deus que somente Israel fosse salvo, mas que todos os povos da Terra viessem a conhecê-Lo e a andar nos caminhos da justiça. CBASD, vol 3, p. 232.
Salomão rogou que estrangeiros também recebessem resposta às suas orações feitas no templo. Os profetas esperavam pelo tempo em que os gentios [não-judeus] seriam incluídos entre o povo de Deus (Is 56.6-8; Zc 8.20-23; 14.16-21). A forma da petição salienta a centralidade do templo, à medida em que o reino se expandisse a outras nações. A inclusão de muitos gentios no reino foi, finalmente, cumprida em Cristo (Rm 3.29; Gl 3.14; Ef 2.14-22). Bíblia de Genebra.
É a pregação do evangelho que produz tal resultado no íntimo dos pecadores (Is 52.7; Mt 16.15-20; Rm 10.9-17; 1 Cr 18-24). Bíblia Shedd.
36-39 os leve cativos … faze-lhes justiça. O exílio e o cativeiro são, com frequência, alistados como maldições por causa da maldição da aliança (Dt 28.36-37, 64). A petição de Salomão foi atendida por duas vezes dentro da própria história de Crônicas. Primeiramente, no caso de Manassés (33.1-13) e, mais tarde, o remanescente de Israel (36.20-23), que sofreu exílio na Babilônia, mas foi restaurado à Terra Prometida. Bíblia de Genebra.
não há ninguém que não peque. Várias passagens bíblicas declaram o estado de pecado [de impiedade] da raça humana (Sl 14:3; Jer 17:9; Rm 3:23). Andrews Study Bible.
A Bíblia deixa claro que ninguém está isento de pecado, nem mesmo os reis escolhidos por Ele. Pecado é uma condição que todos nós compartilhamos e que devemos assumir, como Salomão o fez. Quando percebemos o nosso pecado, devemos imediatamente pedie a Deus por perdão e restauração. Saber que temos uma tendência ao pecado deveria nos tornar mais próximos a Deus, buscando por sua guia e força. Esta verdade é também mencionada em Salmo 14:3, Eclesiastes 7:20 e Romanos 3:23. Life Application Study Bible.
38 na direção do templo (NKJV). O costume de orar orientado para Jerusalém e seu templo é mencionado em Dn 6:20. Andrews Study Bible.
Daniel do cativeiro da Babilônia, orava, voltado para Jerusalém (Dn 6.10). Bíblia Shedd.
37 E se converterem. Deus convida fervorosamente os extraviados para Ele. Há perdão e vida para os que aceitam o convite divino para voltar (ver Ap 22:17). CBASD, vol 3, p. 232, 233.
Deus requer um arrependmento genuíno, to tipo de Sl 119.67, 71 e Dn 9.5, com a mais humilde e sincera confissão dos nossos pecados. Bíblia Shedd.
40 Agora, pois, ó meu Deus. A oração de Salomão termina com uma adaptação de Sl 132.8-10. Bíblia de Genebra.
41 a arca do Teu poder. A arca sagrada representava o estrado no trono no qual os pés de Deus descansavam. Andrews Study Bible.
42 ungido. Com um óleo de oliva perfumado para tornar uma pessoa especial para Deus. Andrews Study Bible.
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Há muitos ensinamentos descuidados que sugerem que o Antigo Testamento é um livro de severidade e lei, e que o Novo Testamento é um livro de ternura e graça. Mas você sabe que, embora o Antigo Testamento quanto o Novo declarem a misericórdia de Deus, a palavra misericórdia aparece no Antigo Testamento quatro vezes maior que no Novo? É um pouco difícil de crer, mas é verdade.
Esta ideia popular é um erro, porque o Deus do Antigo Testamento e o Deus do Novo é um único Deus. Ele não mudou. Ele é o mesmo Deus e, sendo o mesmo Deus, e não mudando, Ele deve, necessariamente, ser no Antigo testamento o mesmo que é no Novo. Ele é imutável, e como é perfeito, não há nada a acrescentar a Ele. A misericórdia de Deus era tão grande no Antigo Testamento quanto no Novo. A. W. Tozer, em The Attributes of God, cf. citado na Bíblia com Anotações A. W. Tozer.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/5
O edifício do templo está terminado. Agora é hora de trazer o mais sagrado dos tesouros de Israel – a arca da aliança.
Com cuidado os sacerdotes conduzem a arca passando ao lado do altar de sacrifício, então através do Lugar Santo, até alcançarem o Santo dos Santos. Tudo é feito de acordo com o padrão celeste.
Agora, a arca é colocada em seu lugar, perfeitamente centrada no meio de um quadrado perfeito. A arca é um símbolo do lugar onde Deus Se assenta no Seu trono de domínio universal. Esse domínio se baseia no amor e justiça perfeitos, resumidos nos Dez Mandamentos. E é por isso que os Dez Mandamentos e somente eles estão de forma especial guardados na arca do concerto.
Quando os sacerdotes saem do Lugar Santo, cantos e louvores enchem o ar. Tudo o que temos registrado das belas canções está resumido no versículo 13: “Porque Ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre.” Esta simples frase resume a verdade que necessitamos desesperadamente. Na presença de um Deus perfeito com uma lei perfeita, precisamos de Sua misericórdia perfeita.
Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=618
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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As pessoas que perdem o senso do sagrado perdem a reverência. Reverência é mais do que mero e simples respeito – como geralmente se vê -; é comparada a um “respeito profundo”. Esse respeito profundo, essa reverência para com as coisas de Deus, deve nos reger como regeu Salomão e os levitas ao transportarem a arca sagrada para o templo construído para Deus (II Crônicas 5). Haja vista que, mesmo que a reverência fosse notada, o clima entre as pessoas não era de velório (funeral), mas também não era de gritos descontrolados e agitações como se vê em centenas de igrejas que se autodenominam evangélicas pentecostais ou carismáticas. Ao lidar com as coisas sagradas é preciso respeito, reverência e deferência, mas não deve ser antiquado e nem “chato”, sem graça. Talvez seja por certas atitudes erradas tanto num extremo quanto em outro de algumas pessoas ou líderes religiosos que fizeram outras perderem completamente a reverência para com as coisas sagradas. As bênçãos e as obras de Deus, a certeza de Sua direção e cuidado, etc. devem ser celebradas com cânticos de alegria, com o coração cheio de vibração, entusiasmo e emoção. As músicas verdadeiramente sacras e espirituais devem expressar a satisfação, o prazer e a alegria de estar na presença de Deus; sem, porém, as trágicas marcas do emocionalismo artificial e exagerado que evidenciam irreverência e desrespeito. Estude a Bíblia e louve e adore corretamente a Deus. ♪♫
Os instrumentos musicais são essenciais para adorar a Deus. Eles são descrito com detalhes devido a sua importância em celebrar Àquele que é o único digno de adoração. Nota-se em II Crônicas 5 que, além dos levitas e sacerdotes que levavam a arca ao Santo dos Santos localizado no interior do Templo, outro grupo de levitas tocavam músicas e cantavam louvores ao Deus do Templo. Diz o experiente teólogo Marcos De Benedicto que “Os autores bíblicos não estavam preocupados em criar listas de instrumentos ‘santos’ e ‘profanos’. A questão é como usar os instrumentos”. Há muitas discussões na igreja sobre a questão da música, estilo, gosto pessoal, cultura e instrumentos, etc., mas é muito mais importante a atitude reverente, alegre e solene diante de Deus; obviamente isso exclui quaisquer características seculares e mundanas ou mesmo qualquer coisa oriunda da vontade carnal e pervertida do ser humano. Desta forma, a adoração deve ser regida pelo poder do Espírito Santo em nós. Então, prepare-se espiritualmente, permita que o Espírito Santo seja teu regente no louvor a fim de que tua adoração seja como Deus quer e não como você deseja. Deus não merece qualquer louvor, Ele merece o melhor louvor; o “qualquer” vem de baixo, do homem, o melhor louvor vem do alto, do Espírito Santo em nós e volta para lá ♪♫
Quando a adoração é correta na igreja, a presença de Deus enche o espaço do templo e inunda de paz, alegria e satisfação o coração do adorador (II Cr 5:13-14). Em seu livro “O Brilho da Vida”, Marcos de Benedicto afirma categoricamente que, “se a adoração não despertar nenhuma reação espiritual, emocional ou mesmo física em você, então é uma adoração superficial e questionável. Quando adora e louva ao Senhor, você põe o coração em Deus e Deus no coração”. Quando você se eleva numa adoração inspiradora, espiritual e verdadeiramente sacra, movido pelo poder do Espírito Santo, o próprio Deus desce a Terra, até você; e, você sente a Sua impactante presença. Infelizmente muito adorador jamais teve esse extraordinário privilégio, nunca provou essa maravilhosa e revigorante experiência porque “se aproxima de mim”, diz Deus, “com sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim. O seu temor (reverência) para comigo consiste só em mandamentos de homens, em coisa aprendida por rotina” (Isaías 29:13).
Deus quer encher a tua alma com a Sua glória. Deus quer invadir o espaço físico em que você se encontra agora e quando você está na igreja, mas você deve louvá-lO e adorá-Lo de forma correta, de todo coração, com sinceridade e, movido por poder do Espírito Santo. Aproxime-se de Deus de forma correta e sinta Ele Se aproximando de você. Experiente esse privilégio e tenha um bom dia hoje ♪♫ – Heber Toth Armí.
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“Puseram os sacerdotes a arca da Aliança do Senhor no seu lugar, no santuário mais interior do templo, no Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins” (v.7).
Terminada a edificação do templo, Salomão “pôs entre os tesouros da Casa de Deus”, “as coisas que Davi, seu pai, havia dedicado” (v.1). Então, reunindo os principais do povo, fez “subir a arca da Aliança do Senhor, da Cidade de Davi, que é Sião, para o templo” (v.2). Seguindo as orientações dadas por Deus para o transporte da arca, da tenda da congregação e dos utensílios sagrados, “os levitas sacerdotes é que os fizeram subir” (v.5). Transporte que foi acompanhado de “tão numerosos” sacrifícios, que “não se podiam contar (v.6).
Chegando ao templo, colocada a arca em seu lugar determinado, no lugar Santíssimo, saindo os sacerdotes e iniciada a ministração dos cantores e dos sacerdotes com suas trombetas, “quando em uníssono, a um tempo, tocaram as trombetas e cantaram… para louvarem o Senhor, porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre, então, sucedeu que a Casa, a saber, a Casa do Senhor, se encheu de uma nuvem… porque a glória do Senhor encheu a Casa de Deus” (v.13-14).
A inauguração e dedicação do templo foi precedida de ofertas voluntárias, obediência às instruções divinas, sacrifícios, engrandecimento e submissão aos mandamentos de Deus, representados pelas “duas tábuas que Moisés ali pusera” (v.10) dentro da arca, e louvor agradável a Deus. Foi nesse cenário de verdadeira adoração e genuína entrega, que o Senhor manifestou a Sua glória.
Quando Jesus veio à Terra, Ele fez tudo segundo o Pai Lhe orientou. A Sua vida iluminava o mundo com a atmosfera de Seu caráter santo e justo. Tudo o que fazia, não o fazia por vontade própria, mas movido pelo amor do Pai em cumprimento de Sua sagrada Lei. Ele era o próprio tesouro da Casa de Deus, o Filho da obediência, o sacrifício perfeito, o cumprimento da Lei, o mais sublime louvor. Ele nos precedeu para que pudéssemos ter acesso à glória do Senhor.
Como naqueles momentos solenes não havia grande ou pequeno, rico ou pobre, escravo ou livre, assim Cristo nos uniu para que “em uníssono, a um tempo” (v.13), como corpo de Cristo, louvemos ao Senhor, “porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.13). Sendo que Jesus “não veio para ser servido, mas para servir” (Mc.10:45), e devemos imitar-Lhe o exemplo, precisamos nos despir de nossa natureza egoísta e combater nossos gostos não santificados, buscando na verdade presente para os nossos dias toda a sabedoria e conhecimento necessários para andarmos na presença de Deus.
O relógio deste mundo já está marcando os minutos finais. Há um cenário profético em rápido andamento. Será que estamos como Jonas, fugindo da vontade de Deus, adormecidos dentro do barco do comodismo enquanto há uma terrível tempestade lá fora? Ou como Salomão e os levitas estamos prontos e preparando o Israel espiritual de Deus para a manifestação do glorioso advento de Cristo?
Jesus está agora no “santuário, que se encontra no Céu” (Ap.14:17), no Santo dos Santos, como nosso Sumo Sacerdote, prestes a concluir a Sua obra. Logo Ele virá “com as nuvens, e todo olho O verá” (Ap.1:7). Que Ele nos encontre apercebidos e como templos preparados para a glorificação. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, templos do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100