Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
29 de março de 2019, 0:05
Filed under: Sem categoria

683 palavras

2 Do seu irmão.  Não um irmão de sangue, mas de etnia, enfatizando deste modo os laços de irmandade entre os israelitas (ver Dt 17:15; 19:18, 19; 22:1-4; 23:20, 21; 25:3). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1103.

A remissão do SENHOR. Ou seja, em honra a Yahweh, a quem o credor deve toda sua riqueza e bem-estar, e quele que ordenou uma lei tão benéfica em favor de todo o povo. CBASD, vol. 1, p. 1103.

3 Do estranho. Isto é, um estrangeiro que não fosse prosélito da fé judaica, nem residente permanente, mas apenas um viajante temporário com o objetivo de fazer comércio ou outro propósito. CBASD, vol. 1, p. 1104.

4 Para que entre ti não haja pobre. A palavra traduzida como “pobre”significa alguém sujeito a abuso ou opressão, incapaz de se defender (ver Am 2:6; 5:12). CBASD, vol. 1, p. 1104.

O SENHOR te abençoará abundantemente. A fidelidade a Deus traria bênçãos divinas que eliminariam a miséria, embora não necessariamente igualariam a distribuição de riquezas. Isso se reflete na situação da comunidade cristã primitiva (ver At 4:33, 34). CBASD, vol. 1, p. 1104.

6 O SENHOR … te abençoará. A forma verbal hebraica ressalta a certeza da promessa sempre que Israel obedecesse (ver v. 14; Dt 12:7). A bênção prometida é tão certa que Moisés fala como se ela já tivesse sido recebida. CBASD, vol. 1, p. 1104.

Emprestarás. Esta é uma promessa de prosperidade material e financeira. Eles terem sido “por cabeça e não por cauda”(Dt 28:13). Se, mediante o cumprimento dos sábios requisitos de Deus, Israel tivesse sido um digno representante Seu, teria se tornado a maior potência comercial e política da Antiguidade. CBASD, vol. 1, p. 1104.

Não tomarás empréstimos. A obediência às instruções de Deus impediria que se tornassem escravos de qualquer nação, pois quem toma emprestado corre o risco de se tornar escravo (Pv 22:7). CBASD, vol. 1, p. 1104.

7 Pobre. Literalmente, “um necessitado”. A pobreza sempre existiu (Dt 15:11; Mt 26:11), mas muito pode ser feito para reduzi-la e atenuar o sofrimento que a acompanha. Enquanto houver diversidade de talentos entre os seres humanos sempre haverá quem necessite de ajuda. Os cristãos podem fazer muito pelos menos afortunados, sem por isso deixar de realizar o evangelismo. CBASD, vol. 1, p. 1104.

Nem fecharás as mãos. O verbo traduzido como “fechar” também significa “retirar”. É como se um homem pusesse as mãos no bolso, ou para trás, recusando-se a estender um gesto de generosidade. … O amor divino não pode habitar no coração de tal pessoa [ver 1Jo 3:17]. CBASD, vol. 1, p. 1104.

Quanto baste para sua necessidade. O suficiente para satisfazer a emergência. CBASD, vol. 1, p. 1104.

10 Não seja maligno. A mesma expressão é traduzida como “triste” (1Sm 1:8), “mesquinho” (Dt 28:54, 56) e “calamidade” (Jó 20:26). [Em 2Co 9:7] O apóstolo Paulo fala da mesma atitude mental. CBASD, vol. 1, p. 1104, 1105.

12 No sétimo. O ano sabático afetava todos os aspectos da vida (Lv 25:2). Mas o sétimo ano, o da libertação dos escravos era seguido de seis anos de servidão e podia ou não coincidir com o ano do descanso sabático. A escravidão era uma situação social aceita naquela época. Deus, no entanto, deu leis para proteger os escravos como filhos de Deus, como irmãos na comunidade religiosa e como cidadãos de um sistema social cuja meta é a liberdade do ser humano. CBASD, vol. 1, p. 1105.

13 Vazio. Despedir um escravo liberto sem os meios suficientes para um recomeço como membro independente e livre da sociedade seria um gesto em vão. Essa pessoa estaria sujeita a se tornar novamente escrava. CBASD, vol. 1, p. 1105.

16 Não sairei de ti. Quando uma pessoa recusava ser livre, ela voluntariamente escolhia a servidão perpétua. Essa medida, aplicada em conformidade com as regras por Deus (ver com. do v. 15 [ CBASD, vol. 1, p. 1105 e 1106]), poderia poderia ser uma bênção para pessoas incapazes de administrar seus próprios negócios. Desse modo, a pessoa se colocava de forma permanente sob a proteção de alguém que já havia demonstrado bondade para com seus escravos. CBASD, vol. 1, p. 1106.

22 Na tua cidade. Devia ser comido em casa como refeição comum. Levitas, estrangeiros e pobres provavelmente compartilhavam da refeição. CBASD, vol. 1, p. 1107.

O imundo. Não requeria pureza cerimonial, como quando se comia o animal sacrificado diante do Senhor, pois se tratava de alimento comum e não de oferta santificada (ver Dt 12:15, 20). CBASD, vol. 1, p. 1107.


1 Comentário so far
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Esse estudo está muito bom

Comentário por Crismacleiton




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