Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
9 de março de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

1. Conselho. O Sinédrio. Bíblia de Estudo Andrews.

7. Um, chamado Barrabás. O grego indica que ele tinha outro nome. Alguns manuscritos de Mt 27.16ss revelam que esse nome era “Jesus”. A omissão do nome “Jesus”explica-se pela reverência à Cristo. Bíblia Shedd.

tumulto mencionado em Marcos não é documentado em outras fontes, mas, ao que parece, foi bem conhecido na Palestina. Bíblia de Estudo Andrews.

15. Querendo contentar a multidão. Era mais do que um simples desejo de Pilatos; ele estava ansioso de agradar o povo, se possível, para que as descontroladas paixões da turba não desencadeassem uma revolta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 719.

21. Simão. Possivelmente Simão é o Níger (“negro”), o mesmo de Cirene (norte da África) de At 13:1. Bíblia Shedd.

23. mirra. Especiaria do deserto da Arábia, que, misturada ao vinho, era usada para aliviar a dor. Bíblia de Estudo Andrews.

24. crucificaram. O mais extremo método de execução dos romanos, reservado para os piores criminosos, como os revolucionários. A vítima era açoitada com um chicote feito de tiras de couro, em cujas extremidades prendiam pedaços de ossos e de chumbo. O condenado tinha de carregar uma viga da própria cruz, que pesava de 14 a 18 quilos. A vergonha (que incluía ser pendurado nu na cruz) era enorme, e a dor física, excruciante. Pesados pregos de ferro perfuravam o punho e os ossos do tornozelo. Era difícil respirar, o coração tinha problemas para bombear o sangue e, muitas vezes, a vítima tinha febre. A morte vinha lentamente, demorando, às vezes, de dois a três dias. Bíblia de Estudo Andrews.

25. hora terceira. Nove da manhã. Bíblia de Estudo Andrews.

26 Acusação. O motivo oficial da morte de Jesus foi Ele se ter feito Messias, i.e., segundo os judeus era pretendente o trono da Judeia. Bíblia Shedd.

31. Salvou os outros. Naquele momento, não pôde salvar-se porque não queria desistir de Sua missão expiatória que abriria uma fonte de salvação para os pecadores (Zc 13:1; Mc 10:45; Rm 5:8). Bíblia Shedd.

33. hora sexta …. hora nona. Meio-dia e três da tarde. Bíblia de Estudo Andrews.

34. Eloí… Citado de Sl 22.1 no aramaico. Ainda que sej paradoxal, reconhecemos que Jesus se identificou com nossos pecados (cf 2Co 5.21; Gl 3.13), de modo que Cristo sofreu, por nós, a inevitável separação entre Deus e o pecado. Bíblia Shedd.

35. Elias. Tradicionalmente, o judeu pedia socorro a Elias porque ele foi levado à presença de Deus. Bíblia Shedd.

37. Grande brado. De Jo 19.30, sabemos que Jesus bradou uma palavra (assim é, no grego) “consumado”. Foi o grito de triunfo. Bíblia Shedd.

38. Véu do santuário. Era o véu que separava o Lugar Santo do Santo dos Santos (cf b 6:19; 9:3; 20.20). Bíblia Shedd.

39. Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus. Este é o ápice da narrativa de Marcos. Pela primeira vez no evangelho, alguém – além de Jesus – e ainda mais um gentio – o identificou corretamente como o Filho de Deus, conforme anunciado aos leitores desde o início (1:1). Bíblia de Estudo Andrews.

40. Salomé. Uma comparação com Mateus 27:56 indica que Salomé era, possivelmente, a mãe de Tiago e João, filhos de Zebedeu. CBASD, vol. 5, p. 720.

42. dia da preparação. Sexta-feira era o dia ordenado por Deus para o povo se preparar para o sábado (ver Êx. 16:22-26). Bíblia de Estudo Andrews.

43. É possível que as informações sobre o processo que abriram contra Jesus, no Sinédrio, chegaram até Marcos por intermédio de José.

44. Admirou-se. Normalmente, demorava muito mais para morrer. Bíblia Shedd.

47. Observaram. No texto grego, isto significa que as mulheres observavam atentamente o sepultamento de Jesus, fazendo planos para embalsamar Seu corpo depois que as horas sagradas do sábado tivessem passado (ver Lc 23:55-24:1). CBASD, vol. 5, p. 72o.


2 Comentários so far
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Esperava mais do comentário de hoje. Principalmente a respeito do Simão de Cirene. Não entendi o comentário acerca dele. Obriga e que DEUS continue a vos abençoar

Comentário por Grazielha

Prezada Grazielha, obrigado pelo seu comentário.
Normalmente são dezenas de comentários (às vezes centenas), dos quais que temos de selecionar somente alguns para esclarecer os pontos mais importantes do capítulo.
No caso de Simão, Cirineu, que foi obrigado a carregar a cruz de Jesus, todos os comentários bíblicos são unânimes em dar a este episódio uma importância apenas marginal (à margem, secundária) ao assunto principal, que é a crucificação de Jesus.
Resumindo o que podemos ler sobre o assunto, vemos que:
1. Este episódio é citado em Mt 27:32, Mc 15:21 e Lc 23:26, ressaltando a fraqueza física de Jesus, diante da noite de terrível tortura física, mental e psicológica que vivera – e ainda vivia;
2. Cirene, de onde provavelmente vinha Simão, era uma cidade da Líbia, no norte da África;
3. Simão, provavelmente, um judeu, viera a Jerusalém por ocasião da Páscoa (haviam sinagogas por todo o império romano – os judeus gozavam de relativa liberdade entre os romanos até 70 D.C;
4. Seus filhos, Alexandre e Rufus, são mencionados aqui de um modo que dá a entender que eram conhecidos pela igreja primitiva (Rufus pode ser o citado em Rm 16:23);
5. O comentário da Bíblia NVI Vida diz que: “Os homens condenados à morte eram em geral forçados a carregar uma viga da cruz [a parte horizontal da cruz] até o lugar da crucificação. Jesus começo carregado a sua (v. Jo 19.17), mas tinha sido tão enfraquecido pelos açoites que Simão foi recrutado à força.”
Como se vê, a história de Simão é uma história que se encontra neste momento com a de Jesus, mas que não deve nos tomar muito tempo de reflexão e meditação diante da tragédia universal que estava se passando ali e estava sobre Jesus. Este, sim, estava, realmente, levando o peso e a culpa dos pecados de toda a raça humana para a cruz, disponibilizando a salvação àqueles que crerem e aceitarem o Seu sacrifício substitutivo.
Muitos tem usado como apelo a história de Simão romanceando-a, convidando as pessoas emotivamente a carregar também a cruz de Jesus, mas esta é uma interpretação forçada, de um caso em meio à multidão. O fato de Simão ter que carregar a viga (parte horizontal) da cruz de Jesus deve ter, realmente, tido grande papel da vida deste judeu, talvez até influenciando a sua decisão ao cristianismo, mas, como já falamos, isto é tudo especulação e não deve ser usado para construir a base de um apelo ou de uma doutrina (por exemplo, a “Igreja da São Simão”, “peregrinação de São Simão”, etc.). E, principalmente, não deve tirar o brilho e a magnitude da verdadeira e altamente significante História que acontecia neste momento. Esperamos ter ajudado.
Um forte abraço.

Comentário por jquimelli




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