Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de março de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria


“Porque todos eles ofertaram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento” (v.44).


A Israel foi dada a missão de ser a representante de Deus na Terra. Foi escolhida para ser uma nação cujos princípios alicerçados no Assim diz o Senhor despertasse nos demais povos a admiração, a ponto de dizerem: “Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente” (Dt 4:6). Contudo, a cada nova geração, os princípios eram esquecidos e ao invés de ser uma nação modelo, tornou-se palco de guerras e dissensões.

O povo havia perdido o foco. Ergueram seus “holocaustos e sacrifícios” (v.33) acima da vontade do Senhor. E, condiderando-se os únicos herdeiros do reino de Deus, vituperaram e mataram os profetas do Senhor que contrariavam as suas tradições. Estavam tão cegos por seus próprios conceitos que não reconheceram em Jesus o cumprimento das profecias que há tanto esperavam que fossem cumpridas. Bem como aconteceu à maior parte dos profetas, Cristo foi rejeitado, maltratado e, por fim, morto.

Os líderes judeus “compreenderam que contra eles” foi que Jesus proferiu “esta parábola” (v.12). Seus corações, porém, não estavam dispostos a ceder um grama de sua arrogância e orgulho. Prosseguiram em seu intuito de prender e matar Aquele que os expunha à reflexão. Indisponíveis para aceitar as palavras de Jesus, permaneceram fiéis, não à vontade de Deus, mas aos seus próprios caminhos.

A oferta da viúva pobre representa bem o que Deus espera de Seus adoradores: entrega total e confiança em Sua provisão. De uma forma marcante e singular, cada profeta do Senhor foi experimentado. Jeremias foi impedido de constituir família. Ezequiel não pôde chorar a morte de sua esposa. Daniel foi lançado aos leões. Oseias teve de casar com uma mulher que lhe era infiel. A disposição em aceitar a vontade de Deus e de passar por tremendas provações não seria possível se, antes, não tivessem entregado o controle de suas vidas nas mãos do Onipotente.

O Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” (v.26) nos chama para, antes de qualquer coisa, ouvi-Lo: “Ouve, ó _______, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor!” (v.29). E, para ouvi-Lo, precisamos estar em silêncio. Calar o coração para que o Consolador fale. Amar a Deus e amar ao próximo não é uma ação de nossa competência, mas uma reação de um coração governado pelo Espírito Santo. Primeiro, precisamos ouvir para, então, executar.

Como “diante do gazofilácio” (v.41), hoje, do santuário celestial, o Senhor observa a todos. Mas quão preciosa é aos Seus olhos a oferta de um coração que se entrega por completo, que não faz nada por vanglória, mas como resposta ao amor que lhe salvou. Agora, é o tempo que temos para ouvir a voz de Deus e segui-la. Agora, Ele nos chama a ouvi-Lo “com prazer” (v.37). Que cada dia de nossa vida seja uma oferta de tudo quanto possuímos no altar do Senhor.

Bom dia, amados!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Marcos12
#RPSP


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Comentário por Joana D'arc Costa




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